Expressões populares e propaganda própria

Pessoal a semana tá aperdada, a corda tá no pescoço, o trem tá feio, o bicho tá pegando. Quase não pedalei, quase não escrevi.

Tô passando rapidinho pra fazer um jabá próprio. Na reunião dessa sexta-feira do GEBIKE vou bater um papo sobre meu humilde porém limpinho trabalho sobre a história da bicicleta e do ciclismo. Quem quiser aparecer ou saber mais é só dar um pulo no blog do grupo.

E no final de semana apesar de algumas tarefas, é pedalar sem dó. Vou lavar a égua, deitar o cabelo, nadar de braçada, tirar a barriga da miséria, e outras expressões e ditados similares.

Inté

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CQC – reportagem sobre Bike…

Esse link chegou até mim como dica da nossa assídua leitora ( e minha namorada…rs,  só parentes pra ajudar msm…rs) Ana Karina.

Com sua irreverência e bom humor habituais, Rafinha Bastos – reporter do CQC, programa da Bandeirantes – abordou o tema tão caro a nós que gostamos de Bicileta: o respeito ao ciclista – seja nas leis ou na infraestrutura para este meio de transporte.

Colocou os agentes do poder público (agentes de trânsito, policiais e secretario transporte e prefeito) na parede sobre o não cumprimento do código de trânsito e sobre a construção e manutenção de ciclovias em São Paulo.

Vale divulgar pois esta carência é em toda cidade do Brasil.

Por ciclovias  (e não por tudo-vias)… e por respeito…

assistam – vale a pena:

PS.: a lei só vale pra quando o ciclista é atropelado???? essa foi demais.

Barba, paz.

Pedal 40 graus

A semana que passou foi agitada com eventos pedaladas pelo dia mundial sem carro. Em alguns dias a ameaça de chuvas, especialmente em consequência dos dias quentes. Muito quentes. A chapa tá esquentando amigos. Acabo de voltar do trabalho e quase derreti pedalando.

Depois de um post sobre pedalar na chuva e no frio, a pedalada de hoje para o trabalho merece registro. Pedalar no calor pra mim é mais complicado do que no frio e na chuva. Tudo bem que nunca experimentei pedalar no frio extremo (neve, temperaturas negativas etc), mas no calor, sim. Vamos então a algumas dicas, a partir do que venho percebendo nas minhas pedaladas.

Primeiro e previsivelmente, o protetor solar. Ele não vai te impedir de ficar com aquela belíssima marca de camiseta e de bermuda, mas obviamente vai te proteger do sol forte. Alguns se incomodam, mas já estou acostumado com o look “zebra”, causado pelas várias marcas diferentes de bermudas, shorts e camisas. Utilizo protetor solar durante todo o ano, não importa se o tempo parece meio nublado ou não. Em pedaladas longas, aplico várias vezes, geralmente a cada 40 min ou quando sinto necessidade.

Outro fator fundamental é a hidratação. Ando sempre abastecido, não pode faltar água de jeito nenhum. Mais uma vez, as pedaladas longas exigem preparação especial. Nessas (acima de 2 horas), costumo levar além de água, bebidas isotônicas, geralmente Gatorade ou água de côco. Certa vez pedalando para Caeté sob sol forte, tomei cerca de 4 litros e meio de líquidos durante todo o percurso, e foi o que me salvou de uma insolação. A dica é conhecida: beber um gole d’água a cada 10 ou 15 minutos, mesmo não estando com sede. Quando nosso corpo sente sede é sinal que já estamos sofrendo por alguns processos de desidratação.

Outra coisa são as caramanholas, as famosas garrafinhas. Já tive modelos térmicos ou de alumínio, que conservam a temperatura por mais tempo. Atualmente pedalo com as de plástico, daquelas que você não precisa nem mais comprar, pois em tudo que é lugar que vai ganha uma de brinde. Sejam de melhor qualidade ou as de brinde, uma hora ou outra o calorão vai fazer você pensar que está tomando chá, e não água. Já me acostumei com isso, e realmente não me incomodo. Quando quero tomar água mais gelada, deixo a garrafinha no congelador ou coloco gelo. Mas não dura muito tempo não.

A nota chata é que Joelma (minha bike) tem apenas um espaço para garrafinhas. Pra mim esse é um dos poucos pontos fracos da Caloi City Tour. Uma bike desenvolvida para cicloturismo e pedais de longa distância não deveria vir com furação pra apenas uma caramanhola. Nas minhas pedaladas tenho levado outra caramanhola na mochila, o que as vezes é incômodo. Quando estiver com mais tempo vou descolar um lugar para adaptar mais uma.

Espaço para apenas uma garrafinha...

Espaço para apenas uma garrafinha...

... e com a bolsa de quadro, as opções para adaptação ficam reduzidas.

... e com a bolsa de quadro, as opções para adaptação ficam reduzidas.

Outra possibilidade são as mochilas de hidratação. Já utilizei e ainda tenho uma. O ponto positivo é a água que mantém sua temperatura por mais tempo, além do fácil acesso (canudinho) podendo beber água sem tirar as mãos do guidom (o que também não é nenhum fim do mundo, no caso de se utilizar caramanholas). Além disso tem a capacidade, variando entre 1 até 3 litros, a depender do modelo. O ponto negativo é a própria mochila, que parece pouco, mas passa a me incomodar a medida que aumenta o tempo e a distância das pedaladas. Tenho gostado de pedalar longas distâncias sem nada nas costas.

Além disso, roupas claras, viseiras no capacete ou bonés, além é claro, dos óculos escuros, que ajudam bastante a pedalar sob o sol forte. Tudo pronto para pedalar faça muito ou pouco sol.

Dia Mundial sem carros.

Sem dúvidas um dia inesquecível.  A sensação de fazer parte de um movimento dessa grandeza é única, todos que participaram podem confirmar isso.

Depois do nosso grande passeio: 1°Pedala Rubinho –  eu, Irene e Nikolas descemos para o centro de Belo Horizonte – mais especificamente para a Praça da Liberdade – onde estavam concentrados vários ciclistas:  nossa cidade fazia sua parte nesse evento mundial. E fez bonito.

Por volta das 19: 20 o comboio de intrépidos desceu pela Av. João Pinheiro , Av. Afonso Pena, R. Espírito Santo – chamando a atenção de quem passava – e  parou na Praça da Estação, o ponto de início do percurso que completaria 15 km pela Av. do Contorno.

Em meio a interações com os motoristas e pedaladas, as vezes  tranquilas, as vezes pesadas (o tobogã da Contorno que o diga), o grupo deu seu recado e mostrou que ao contrário do que muitos pensam: BH também é lugar de se pedalar.

Parabéns aos organizadores do evento.

Valeu companheiros : Irene e Nikolas;  Valeu Natália.

A galera do “bonde da Pampulha”: Matheus, Daniel, Marcos e sua amiga.

O dia começou às 6:30 com Clementina (minha bike) e  terminou às 23:40 – quando cheguei em casa – com mais de 60km percorridos dentro da cidade no meio do trânsito. Perfeito!

Barba, paz.

De Parnaíba a Jericoacoara – o vídeo.

Mais um vídeo de cicloviagem ficou pronto. To mexendo um pouco mais no Windows Movie Maker. Esses programinhas fazem de qualquer um um entendido de informática. hahaha Os créditos ficaram um pouco ruins de visualizar no modo normal, mas em tela cheia ficam bons. Não deu pra abusar muito da qualidade senão o vídeo fica grande demais.

Bom, tá ai. Desta vez, a viagem pelo litoral do nordeste feita em julho deste ano. De Parnaíba (PI) até Jericoacoara (CE). Quem quiser conferir os relatos completos com os detalhes da viagem é só clicar nos links abaixo do vídeo.

Kaya na Gandaia!

Relato:

Parte 1 – Preparação da viagem e montagem de Sebastiana

Parte 2 – 1º dia: Parnaíba a Cajueiro da Praia

Parte 3 – 2º dia: Cajueiro da Praia a Camocim

Parte 4 – Final – Camocim a Jericoacoara e impressões sobre a viagem

1° PEDALA RUBINHO…

Galera,

Valeu demais, o evento foi muito bacana…  espero que seja o primeiro de muitos.

Valeu CACS pela iniciativa. Valeu Professor Rubens Caixeta pela presença momentânea – e guardamos a promessa de sua participação no ano que vem.

Valeu todo mundo que pedalou e os que não puderam mas passaram na concentração para dar apoio…

Irene (do GEBIKE.) e  Nikolas:  bacana nossa pedalada até a Praça da Liberdade (teremos um post só pra ela… rs)

Sem mais delongas, nosso vídeo:

Barba, paz.

Deixem-me fazer justiça: um agradecimento especial a SÃO PEDRO por ter fechado a torneirinha do céu e ajudado em nossa pedalada…  (ps.: o solzinho feliz no chão do quintal deu certo)

Imagem impressionante

Essa imagem circulou amplamente na internet, no ano passado. Um motorista bêbado atropelou um pelotão de cislistas que participavam de uma competição na cidade de Matamoros no México. Um ciclista morreu e nove ficaram feridos. Para ver a reportagem, no site do detran-RS, clique na imagem.

atropelamento

Previsão do tempo… dia 22/09

Salve salve galera…
Quando era pequeno sempre quando viajávamos ou marcávamos de ir no clube era uma ansiedade só. Mas pra piorar a situação no dia anterior chovia e o programa estava ameaçado… Nervosismo total, apreensão….
Hoje me senti como naquela época. A criança aqui só pensava no evento de amanhã…. e pronto a chuva veio.
Mas me  lembrei de um truquezinho que aprendi com minha vó: desenhar um sol de cara feliz com pedaço de pedra, tijolo, ou qualquer coisa que risque, no chão do quintal de casa pra chamá-lo. Nem sempre funcionava, mas alimentava a esperança…
Bora lá.. todo mundo pro quintal desenhando um sol com carinha feliz porque a previsão do tempo tá meio ruinzinha.  Dêem uma olhada:
Terça-Feira, 22/09 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 05h45 Pôr do Sol 17h52
icone manhãicone tardeicone noite     29ºC 20ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva2mm 80%       Direção e Velocidade do VentoE 11km/h            Umidade relativa máxima e mínima89% 47%
Sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora.
Mas vamos de Bike assim mesmo, hien!!!! Amanhã é dia de manifestar.
Não esqueçam a capa de chuva….rs
Barba, paz…             e um solzinho tb.

Uma resposta e uma sugestão…

Galera,

O Daniel fez uma pergunta sobre sobre o passeio de bike organizado pelo CACS (O Pedala Rubinho), que irá ocorrer no dia 22 de setembro. Sua pergunta foi se esse “evento” se juntaria ao outro que ocorrerá no centro da cidade organizado por grupos conhecidos de ciclistas em BH. Dêem uma olhada na programação: evento 22/09

Bom, a resposta inicial é que isto não esta nos planos dos organizadores… Mas pode ser uma sugestão a ser discutida pelos participantes do “Pedala Rubinho”…  Após nosso passeio podemos ver o ânimo da galera para ir até o centro de BH, praça da Liberdade, e engrandecer o acontecimento que tem previsto mais de 200 ciclistas.

Já adianto que minha opinião é favorável a tal proposta…  Que não sejam todos, mas que juntemos alguns mais animados…Vamos pensando na idéia!

TRAGA UMA CAMISA BRANCA QUE POSSA SER PINTADA … concentração as 15 horas…

abraço a todos,

Barba, paz.

(obs.: quero ressaltar que não faço parte da organização do evento do CACS. Sendo assim, não estou autorizado a falar por eles. Sou apenas um divulgador da proposta por gostar de Bike e fazer parte desse Blog.  Isto é apenas uma proposta que levo a todos que irão participar do evento)

Um minuto de bike

O Clube de Cicloturismo do Brasil fez um belo vídeo sobre o circuito de cicloturismo da Costa Verde e Mar, em Santa Catarina. São cerca de 270km passando por 11 ciadades. O vídeo, além de mostrar as belezas do circuito, “fala” sobre viajar de bike, sobre a relação diferente com o tempo que o cicloturismo proporciona. Pra quem quiser saber um pouco mais sobre o circuito, basta clicar aqui.

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