BMX em dois tempos

Primeiro tempo: as finais masculina e feminina das Olimpíadas de Pequim em 2008.

Radical né? Impressionante o alto nível de treinamento que os atletas alcançam no esporte.

Segundo tempo: o começo de tudo: https://ateondedeuprairdebicicleta.wordpress.com/2009/08/12/filme-do-mes-agosto/

Pedalando no frio

Foto: Universidade de Wisconsin-Madison - http://www.news.wisc.edu/14538

Tudo bem, podem falar que estou exagerando, pois não está nevando em Belo Horizonte. Mas está um frio desanimador. Inclusive pra mim, que sempre gostei de pedalar no frio. As primeiras horas da manhã e a noite estão congelantes. Durante o dia o sol aparece, e esquenta se ficamos embaixo dele. Mas basta buscar uma sombra, ou entrar em casa pro frio chegar com tudo. E aí haja ânimo pra sair debaixo das cobertas e pedalar.

Hoje resovi encarar e ir de bike pro trabalho, depois de quase uma semana sem subir na magrela. Fui de calça de pedalar, blusa comprida fina e moletom. A dificuldade maior é o rosto e o pescoço, quando bate o vento. Deu até vontade de ter aquelas “toucas-ninja” pra cobrir todo o rosto na hora da pedalada. Voltando a noite o frio é de doer.

A verdade é que sou mal equipado para pedalar no frio. Por relatos de colegas q ue pedalam vejo que vale a pena além de blusas que ajudam a evaporar o suor (aquelas de tecidos sintéticos) os chamados anoraques, ou corta-vento. E eu não tenho nada disso. Minha combinação de blusas resolve contra o frio, mas além de pesada e volumosa, quando esquenta muito fica ruim pra evaporar o suor e a umidade.

Acho que não investi muito nisso ainda porque não sou friorento. Mas deve ser o próximo passo, já que esse ano o frio em BH resolveu aparecer de verdade (sábado passado, dia 12, foi o dia mais frio, com mínima de 7ºC) e vai me exigir um certo investimento.

Dificuldades a parte, gosto bem de pedalar no frio. Precisa ter coragem pra começar, mas depois que o corpo esquenta é uma beleza. A pedalada rende mais, não te deixa exausto como pedalar no calor intenso.

Vou me reorganizar aqui pra uma pedalada menos pesada e mais confortável. E nada de neve (por enquanto).

Música e meninas no pedal

Um passeio de bicicleta lindo, bicicletas vintage e uma música deliciosa. Pra iniciar bem a semana, um vídeo dedicado a todas as adeptas das bikes.

Put your records on, de Corinne Bailey Rae.

Apesar de defensor do uso do capacete, vale abrir mão deles para o clipe. Não seria justo tentar domar essas lindas cabeleiras rebeldes e esvoaçantes.

Just go ahead, let your hair down!

Sonhos sobre rodas

Para quem está no Rio de Janeiro, vale a dica:

O gol mais bonito

A Copa do Mundo começa hoje (na verdade ontem, com a cerimônia de abertura). Aproveito esse momento que nos contagia a cada quatro anos para, dentro do espírito do blog, escrever sobre o que chamei de “o gol mais bonito”: o gol de bicicleta.

Se a bicicleta moderna foi inventada pelos franceses, o gol de bicicleta é do Brasil. E de um brasileiro genial: Leônidas da Silva. Fantástico com a bola nos pés, Leônidas resolve alcançá-la no ar, de maneira bela e inusitada: num movimento acrobático, vira-se quase de ponta cabeça, flexionado uma das pernas e estendendo a outra vigorosamente, para golpear a bola com um chute forte. Movimento de plástica inconfundível e de difícil execução, é sempre celebrado nos campos. Se Leônidas foi inventor, foi chocolate, foi artilheiro e foi campeão, foi também ciclista no futebol.

A Copa começa hoje, e aguardamos belos gols. Quem sabe, um de bicicleta.

Livres para pedalar

Momento jabá.

A Revista de História da Biblioteca Nacional deste mês de junho (nº 57), está com um artigo intitulado “Livres para pedalar”, que retrata como a bicicleta ajudou na luta pelos direitos das mulheres nos fins do século XIX. Escrito por mim e pelo professor e amigo Victor Melo.

A revista já está nas bancas, e costuma também ser disponibilizada no site: http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/

Blog de cara nova

Depois de um ano, já era hora de mudar de visual.

Tema novo para o blog. A foto do cabeçalho vou trocar a cada mês.

Agora em Junho, temos Joelma na estrada MG-20, que liga Santa Luzia a Jaboticatubas (último passeio que fiz).

Samba da Bicicleta

Na verdade, “Bicycle Samba

Vídeo de 2007, feito por Sophie Clements (percussão na bike) e John Hendicott (baixo no cabo de marcha).

http://www.sophieclements.com/site/bicycle.html

Descida x Subida

E vice versa.

O tema não é controverso, apenas uma questão de gosto.

Alguns preferem descer, e outros, subir.

Na descida,  a sensação de liberdade, vento no rosto. Momento do descanso, de curtir o caminho, ou de sentir a tensão de controlar a bike em alta velocidade.

Na subida o esforço, a paciência, e frequentemente o cansaço. Alguns empurram sem problemas, outros gastam a última gota de suor – e as vezes de orgulho – pra não colocar os pés no chão e caminhar com a magrela morro acima.

Diria que me encontro quase no meio termo, tendendo um pouco mais para as subidas.

Mas no fundo, gosto mesmo é do caminho.

E você? Prefere o que?

Bicicleta elétrica da Volkswagen

Muitos acreditam que a bicicleta elétrica será o futuro da mobilidade urbana. Eu também estou começando a acreditar.

Abaixo, o modelo da Volkswagem (muito legal)

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