É hoje!

Último comício da Dilma em BH, ontem, 30/10.

Pedala Brasil!

Anúncios

Hit That

Estava assistindo a MTV outro dia e me deparei com esse clipe da música Hit That, do Offspring. Muito bom!

Gosto muito de animação, e já tinha assistido ao clipe.  Mas dessa vez, já com o olhar acurado do mundo das bikes, reparei que tem algumas cenas que o personagem persegue o cachorro com uma bicicleta – levando inclusive um tombo clássico, daqueles que a roda da frente entra no buraço e lança o ciclista de cara no chão.

Pra quem gosta de rock como eu, é só clicar e aumentar o volume!

Rapadura Biker

 

Eu, Cláudia (Rapadura Biker) e Rodrigo (Clube de Cicloturismo do Brasil): frente...

... e verso

Durante o Encontro de Cicloturismo fui sorteado (!) e ganhei essa camisa linda do Rapadura Biker, grupo de bike do Rio Grande do Norte representados no Encontro pelo simpático casal Benilton (que fez as fotos acima) e Cláudia (na foto). A camisa fez sucesso no Encontro, e tá fazendo sucesso aqui em BH também. Clicando na foto você vê a imagem ampliada, com o famoso dito popular nas costas da camisa: “rapadura é doce, mas não é mole!”

Bicicleta Heavy Metal

Cliquei essa bike de um andarilho (ou seria “pedarilho”?) em Rifaina – SP. Inspirada naquelas motos “nervosas” com chifres, caveiras… muito louca!

Pelo caminho (2)…

Estação Jaguara

Estrada de terra na região do Parque

Lado paulista da ponte: Rifaina (SP)

Pelo caminho…

Araxá (MG)

Araxá (MG)

Na Estação Jaguara

Relato – 9º Encontro Nacional de Cicloturismo

Finalmente, a cereja do bolo

Vou tentar resumir aqui neste relato um pouco do que foi esse Encontro.

O lugar

O local do evento era lindo. Muita água, barcos. Fiquei na área de camping, mas hávia também a opção por quartos no hotel e casas. A comida era maravilhosa (achei que ia pedalar até no feriado e emagrecer… ledo engano) .

Os passeios

Os pedais eram leves (máximo 20km), em ritmo de passeio mesmo, pra conhecer o lugar e as pessoas. E os lugares eram lindos. No primeiro dia fizemos uma  pequena trilha que terminou à beira do lago, com o merecido refresco.

 

a turma reunida

Banho de lago à vista

No segundo dia fomos à antiga estação Jaguara, estação de trem desativada (e abandonada) com o declínio das atividades comerciais da região.

Chegando na antiga estação Jaguara: sombra e água fresca

Estação Jaguara

E no terceiro, mais uma trilha, dessa vez terminando em um pequeno sítio e fábrica de doces artesanais.

Chegada à fábrica de doces...

... e a galera se descontrolando com as delícias

As palestras

As palestras aconteciam a tarde e a noite. Gostei muito dos relatos de viagem, são uma injeção de ânimo daquelas. Ao final das palestras eu saia com uma vontade tremenda de pedalar por aí. Pensava pequenos roteiros perto de casa mesmo, outros mais distantes, pra colocar a bike na estrada.

Fábio (FES) na palestra sobre manutenção de bikes em viagens

Nas palestras sobre fotografia, dicas para viagens de bicicleta, e manutenção de bikes em viagens, as informações (e troca de informações) eram valiosas, especialmente pra mim, que nunca me liguei muito nessas coisas e só queria saber de subir em cima da bicicleta e sair pedalando. Nas próximas viagens já estarei mais ligado!

Encontro na essência da palavra

O mais legal de tudo é exatamente o encontro. Deviam ter por  volta de 100 pessoas, cada um com uma bike diferente, com histórias diferentes, visões diferentes sobre as bikes e as viagens.

Outra coisa legal é o esquema do evento. Colocar os cicloturistas em imersão, num ambiente super alto astral onde a bike é o interesse comum. Disse uma vez que quando um ciclistas “encontra” com outro na rua sempre há um aceno, um cumprimento solidário. Agora, imagina o nível de solidariedade e cumprimentos com tantos cicloturistas juntos. hahah! Era como uma reunião de 100 grandes amigos. Pessoas as vezes que mesmo sem saber o nome dividiam com você histórias, piadas, experiências, alguns kms de pedaladas e algumas cervejas.

Deixo aqui um abraço especial a todos que estiveram nesse Encontro.  Ao Rodrigo e Eliana, extensivo a todos do Clube de Cicloturismo do Brasil.  À toda a galera parceira de camping e aos colegas de pedal (são muitos, e não vou citar nomes pra não ser injusto).

Que venham muitos outros. Encontrar pessoas que gostam e fazem o mesmo que você é algo sensacional. Dá a idéia de que não somos ET’s, não estamos loucos em gostar de carregar a bike e sair pedalando por aí. Se não for isso, pelo menos é um sinal de que os loucos estão propensos a se reunir anualmente para partilhar um pouco da loucura com o colega. rsrs

Todo mundo junto! Fonte: Clube de Cicloturismo do Brasil

Que venham os próximos!

Relato: pedal Araxá – Parque Náutico da Jaguara (MG)

2º dia (08/10/10) – 100km na estrada

Acordei cedo e animado. Desci pra tomar um café da manhã reforçado, e vi que caia uma chuva considerável. Pra minha sorte, ela não durou muito, mas foi suficiente pra atrasar minha saída e me fazer utilizar as capas do alforge e uma sacola protegendo o isolante e a barraca.

Saída sem chuva, mas com chão molhado: bike impermeável

Queria ter saído por volta das 6 da manhã mas só comecei a pedalar por volta da 8:40. Na saída da cidade fui a um posto da Polícia Rodoviária Federal me informar sobre caminhos alternativos. Tinha um caminho por estradas de terra em um mapa do circuito Serra da Canastra e vi que demoraria 2 dias para chegar a Araxá. Essa não era uma opção, então resolvi mesmo seguir a MG 428: seriam +- 100km até o Parque Nautico da Jaguara.

O caminho era lindo, e misturava trechos sinuosos (poucos) com longas retas. Apesar de não usar GPS ou ter a altimetria do percurso nos primeiros 70km tive a impressão de ser equilibrado entre subidas e descidas. Logo no início da viagem um tucano me acompanhou, voando perto durante uns 3 minutos! O ponto negativo é que a estrada não tinha acostamento, mas em compensação estava super vazia. Durante o dia de pedaladas vi apenas um ônibus e uns poucos caminhões.

Long road

Tava tão empolgado pra pedalar que nem tirei muitas fotos do percurso. Viajei com 1,5 litros d’água, e reabasteci em 2 pontos no caminho, um com 30km de pedaladas e outro com 70km. Mais pra frente ao longo do pedal outra ave me acompanhou, me parecia um gavião dessa vez.

A medida em que o dia avançava, o sol ficava forte e vinha o cansaço. Fazia umas paradas esporádicas pra beliscar algo e renovar o protetor solar. Com 70 km pedalados, depois de uma senhora subida, meu humor já estava um pouco alterado: era a fome. Apesar de beliscar algumas coisas ao longo do caminho, chega uma hora que você precisa de um rango mais caprichado.

Já eram umas 2 da tarde e quando vi um posto (com uma lanchonete!) que estava indicado no mapa sabia que estava perto, e meu mau humor com os minutos contados. Parei a bike já verde de fome e fiz um banquete com tanta coisa que nem consigo me lembrar.

Panelas ao fundo: hora do rango

Estava descansando e puxei papo com um menino que trabalhava na lanchonete. Ao perguntar se estava perto ele me disse: “uns 30 km, mas só de descida”. Como fiquei feliz ao ouvir aquilo.

Depois de um bom descanso pude constatar que era verdade. Desci tranquilamente, alternando algumas retas e ansioso por placas indicativas, pois estava doido pra chegar. Alguns carros passavam buzinando, alguns com bikes que chegavam para o Encontro de Cicloturismo, e o incentivo me ajudava a vencer o cansaço.

Percebi voando ao meu lado um urubu. Lembrei do tucano e do gavião, e comecei a ficar preocupado (hahaha). Finalmente as placas indicativas apareciam!

A chegada: placas...

... e placas!

Cheguei após 100km pedalados no Parque Náutico da Jaguara, que ficava a 10km da cidade de Rifaina (SP), e a 28km da cidade de Sacramento (MG). O cansaço já tinha ido embora, e deu lugar a aquela sensação maravilhosa que é chegar de bike. Descarreguei as malas do bagageiro de Joelma e montei minha barraca no camping, que seria minha casa nos próximos 4 dias. Outros ciclistas já estavam lá e outros chegavam para o 9º Encontro Nacional de Cicloturismo.

No próximo post faço um relato do evento, que foi demais!

Relato: Pedal em Araxá(MG)

Ao chegar em Araxá a chuva parou e estava bem animado pra pedalar. Segui as placas e fui até o centro de informações turísticas. Lá peguei um mapa da cidade e outro do circuito Serra da Canastra, pois ainda pensava em ir para Jaguara por caminhos alternativos.

Com os mapas em mãos, dei uma volta pelo centro e quis logo conhecer a estância hidromineral do Barreiro, com as fontes de água e o Grande Hotel da cidade. Estava adorando a sensação de pedalar com a bike carregada (vou falar mais sobre isso depois). Nas descidas ela ficava bem estável, pegava velocidade facilmente. Nas subidas ia desenvolvendo bem, pois as pernas estavam empolgadas.

Grande Hotel de Araxá

Pouco antes de entrar na fonte Dona Beja

Fonte de água sulforosa: um lugar lindo...

... mas o cheiro e o gosto da água...

O lugar é simplesmente lindo, majestoso. Pedalei pelo entorno do hotel, visitei as fontes de água, e tirei a maior onda no SPA do Hotel, que é aberto a visitantes: tomei um banho na piscina emanatória, com água quentinha, onde fiquei morgando até o finzinho da tarde.

 

Piscina emanatória: água a 37ºC

Em meu primeiro dia pedalei uns 25km por Araxá. Já havia me informado que a cidade não possuía camping, e logo a noite fui para a pousada do SESC, que recomendo pela qualidade e preço. No dia seguinte sairia de bike, cedinho, pro trecho mais longo de pedalada até o Parque Náutico da Jaguara.

continua…

Cicloviagem no feriadão

Tô de volta, depois de um feriadão maravilhoso, com muitas pedaladas, que vão render uns bons post na seção de relatos.

Planejando a viagem

Vou começar com minha saída de BH e chegada em Araxá (MG).

A viagem começou na saída aqui de casa: era minha primeira viagem com Joelma, primeira viagem com alforges, e a primeira viagem embarcando a bike no ônibus. Joelma e os alforges se comportaram muito bem. A bike no ônibus realmente é a parte mais chata.

Joelma carregada na rodoviária de BH

O plano era ir até o trevo de Campos Altos, e de lá pedalar no 1º dia até Araxá (+-95km), e no 2º de Araxá até o Parque Nautico da Jaguara (100km), que apesar de pertencer ao município de Sacramento (MG) fica mais perto (5km) da cidade de Rifaina (SP). No Parque Náutico aconteceu o 9º Encontro Nacional de Cicloturismo.

Tava bem ansioso, tinha dormido pouco e como sempre arrumei tudo em cima da hora. Ao chegar no trevo de Campos Altos, tava caindo uma chuva forte. Não pensei duas vezes. Paguei a diferença da passagem e estiquei a viagem de ônibus até Araxá.

Foi a melhor decisão. Com calma para acostumar a pedalar carregado, tive a oportunidade de pedalar um dia mais leve e tranquilo pela cidade, que é linda.

Agora o pedal começa a esquentar…

Araxá(MG)

(continua…)

Entradas Mais Antigas Anteriores

Mais visitados

  • Nenhum
%d blogueiros gostam disto: