Complementando…

Comentário de Alexandre Garcia no Bom Dia Brasil de hoje, sobre a tentativa de homicídio na Massa Crítica de Porto Alegre

Assista aqui.

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Covardia na bicicletada de Porto Alegre

Não queria nem escrever sobre isso, mas infelizmente não tem como esconder uma covardia desse tamanho…

Depois de um vídeo lindo no post anterior, a notícia impressionante do atropelamento na bicicletada de Porto Alegre na última sexta-feira.

Alguém que é capaz de fazer uma coisa dessas entra no triste grupo das atrocidades, que infelizmente cada vez chocam menos, sensibilizam menos algumas pessoas, e me faz ter vergonha da existência da espécie humana…

As cenas do segundo vídeo são fortes.

Toda minha solidariedade aos ciclistas de Porto Alegre. Uma tragédia como essa nos mostra que o mundo precisa é de pessoas com a consciência da coletividade, do compartilhamento da vida e do espaço da cidade.

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Pra um fim de semana alto astral!

by Andre Farkas

Pedale Legal

Vejam como com ações simples e boa dose de informação se faz uma ótima campanha educativa em torno do uso da bicicleta na cidade.

Peguei essa cartilha no Rio de Janeiro. No site da ong Tranporte Ativo está o material da campanha Pedale Legal, lançada no Rio de Janeiro em 2006 pelo Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, em parceria com o Programa Urbal da Comunidade Européia e a cidade holandesa de Utrecht. São cartazes e cartilhas que incentivam a utilização da bicicleta e explicam a motoristas, pedestres e ciclistas como se relacionar trânsito. Além disso, a campanha também envolveu a visita em escolas.

Link para o folheto completo (esse da foto do post) aqui.

Link para o cartaz aqui.

Vale também uma visita ao Site da Ong Transporte Ativo, que apoia a campanha: http://www.transporteativo.org.br/site/News/PedLeg.htm

A energia das pedaladas

Tá aí um assunto que eu gosto. Esses sistemas que aproveitam a energia da pedalada são muito interessantes. Desde o bom e velho farol a dínamo, não faltam bons exemplos para aproveitar a energia do pedal. Vejamos dois deles abaixo.

O primeiro é o Bicycle Charger Kit, desenvolvido pela Nokia, que vem com suporte para bicicleta e aproveita a energia do pedal para carregar a bateria do celular. Lançado na Europa, custa 15 euros.

http://europe.nokia.com/find-products/accessories/all-accessories/power/chargers/nokia-bicycle-charger-kit

Bicycle Charger Kit, da Nokia

O segundo, uma engenhoca chamada Cycloclean, da empresa japonesa Nippon Basics.

Yoshikazu Tsuno/AFP

O purificador instalado na traseira da bicicleta utiliza a energia da pedalada para filtrar a água, produzindo cinco litros em um minuto. A empresa pretende fazer uma produção em massa no país vizinho, Bangladesh, para que água limpa possa socorrer vilarejos remotos e áreas que sofreram desastres naturais.

Para saber mais: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/876992-no-japao-bicicleta-pode-produzir-agua-para-consumo.shtml

Mude a direção… mesmo.

Separei abaixo dois vídeos do youtube. O primeiro é um comercial da Renault, que está passando atualmente na TV.

E o segundo, foi uma belíssima adaptação feita por Marcelo Piola Holtz, e está circulando em algumas listas e grupos relacionados às bicicletas.

Vale inclusive uma reflexão: o vídeo da Renault me lembrou uma “nova” prática chamada greenwashing. Ou seja, uma jogada de marketing que transforma qualquer produto em sustentável e ecológico. O comercial no caso faz isso com as emoções e sensações de se andar de carro. Vendo a maravilhosa Janis Joplin e um carro numa linda estrada vazia realmente faz qualquer um esquecer o inferno que é o trânsito no cotidiano das grandes cidades. Não sou uma pessoa “anti-carro” (sou sim pró-bicicleta), mas a crítica aqui é relativa a idéia vendida pelo comercial, que na minha opinião não se sustenta.

Para quem quiser saber mais sobre o greenwash, o blog Ciclorgânico tem um ótimo post, além do site http://stopgreenwash.org/, do Greenpeace.

Malu de bicicleta

Assisti ontem ao filme Malu de bicicleta, de Flávio Tambellini, baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva. Recomendo-o sem exaltá-lo tanto como algumas críticas que vi na internet, mas trata-se de um bom filme sobre relacionamentos. O filme está classificado em seu site como “comédia romântica”, mas confesso que se eu fosse classificá-lo, o indicaria como “drama”. Apesar de envolvido em aparente leveza, a discussão central, na minha opinião, gira em torno da insegurança e do ciúme nos relacionamentos. Para os desavisados amantes das bicicletas que procuram o filme somente por causa disso, vale a dica: neste belo filme ela está nas sutilezas, e o lugar onde ela ganha o maior destaque é mesmo em seu título.

 

Holanda, 1950, na vanguarda

Minha amiga (e grande colaboradora do blog) Camila, me enviou o link do vídeo abaixo. Um passeio de bicicleta pela Holanda em 1950. O vídeo é lindo, e fica claro como as cidades da Europa que tem a cultura de utilização da bicicleta como transporte/lazer começaram a discussão há muito tempo, quando as cidades brasileiras viviam o sonho do “americam way of life” idolatrando a sociedade do automóvel. Como diz uma propaganda atual, “o brasileiro é apaixonado por carro”.

Vou curtir esse passeio vintage e ficar pensando no meu “bicycle way of life”, bem mais agradável!…

 

Crazy bikes

Foto: Jay Janner/American-Statesman

Foto: Jay Janner/American-Statesman

Foto: Jay Janner/American-Statesman

Bike com “rodas” formadas por tênis (lembrou um pouco a idéia do desenho dos Flintstones), outra com rodas de carro, e um triciclo bem diferente. O dono dessas bikes muito loucas é o americano Todd Kundla. No site do jornalista Jay Janner você vê essas e outras bicicletas inusitadas.

Para ver outras bikes de Kundla clique aqui:

http://www.austin360.com/recreation/mediahub/media/slideshow/index.jsp?tId=125941

Mas Todd não é o único a criar bicicletas diferentes. Pra mim, o título de “doidão das bicicletas” ainda é do alemão Didi Senft, o “El Diablo” que você pode ver neste post do blog.

Sports Tracker

Em junho de 2009 fiz um post onde falava um pouco sobre essa questão do registro das pedaladas e do controle do desempenho. No final, terminava com a seguinte frase:

“Ah, essa tecnologia… tão sedutora… Quem sabe um dia ainda não compro um GPS?”

Pois é. Durou um ano e meio… Em dezembro comprei um celular que veio com GPS, e desde então venho testando a engenhoca. O programa “Sports Tracker”, que eu utilizava no computador parou de ser atualizado, e agora uso a versão para celular. O Sports Tracker (http://www.sports-tracker.com/#/home) tem versões para as diversas plataformas de celulares (IPhone, Nokia, Android, ect).

Meu principal interesse continua sendo o registro para controle do desgaste das peças. Mas confesso que é muito legal acompanhar o “desenho”, a altimetria, e as variáveis das pedaladas. Ainda mais que você pode rever em um mapa o trajeto que você percorreu (bastando apenas apertar o “play”).

As pedaladas ficam registradas no celular, e você pode enviá-las para o site, ainda com a opção de publicar seus passeios no Facebook. Outra coisa legal é que você pode tirar fotos ao longo do caminho e também enviar as imagens para o site, registrando alguns momentos do pedal. Abaixo a tela do site, com o registro de uma pedalada que fiz na Lagoa da Pampulha.

O programa registra inúmeros tipos de exercícios físicos diferentes, e o melhor, o serviço é gratuito.

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