Para a escola, de bicicleta!

Do site do Ministério da Educação

26 mil bicicletas e capacetes serão doados a 70 municípios. A ação faz parte do programa Caminho da Escola, do governo federal. Criado em 2007, o programa implementou a aquisição de mais de 12 mil ônibus e entregou cerca de 300 lanchas a municípios ribeirinhos. A partir deste ano, incluiu a bicicleta como alternativa de transporte. Até o fim do ano letivo, estudantes de aproximadamente 300 municípios serão atendidos com 100 mil bicicletas.

Para ler a matéria completa clique aqui.

P.S. – Deixei em destaque a doação dos capacetes, um ótimo incentivo à segurança com um acessório indispensável que infelizmente ainda não é tão utilizado pelos ciclistas.

P.s. 2 – Lembrei da minha infância e adolescência agora, quando ia de bicicleta para escola. Primeiro de Caloi Cross, depois de Barra Forte. Ô época boa!

Vive Le Tour!

Um filme fantástico do Tour de France 1962, de Louis Malle. Mostra de forma linda a força da cultura do ciclismo da França. A ficha técnica do filme você pode ver aqui.

Do blog praquempedala.

De olho no retrovisor

Agora sim!

Há um tempo atrás fiz um post aqui no blog sobre um retrovisor que comprei para Joelma. Acontece que o modelo (cateye BM300) não serviu, pois o diâmetro do tubo do guidom era menor. Agora acertei na compra, e o modelo é o cateye BM 500. Estreei ele no domingo, dando uma volta de bike na lagoa da Pampulha com meu pai.

Vale lembrar que o espelho retrovisor é acessório obrigatório para as bikes, segundo o código de trânsito brasileiro.

Algumas impressões:

  • Utilizar o retrovisor ajuda muito, mas não dispensa aquela olhadela rápida para trás em algumas ocasiões.
  • No início fiquei um pouco viciado, olhando direto. Mas o lance mesmo é olhar pra frente (rs).
  • Pra mim, a maior utilidade é quando preciso fazer alguma conversão ou cruzamento que tenha que me deslocar para a pista da esquerda. Se estou na pista da direita olho de vez em quando, mas fico mais na minha.
  • Considero o modelo que comprei excelente. O suporte funciona como um bar end (obviamente mais frágil), é fácil de instalar e de regular. Além disso, o espelho é de um plástico mais resistente e não de vidro, e por isso mais resistente.
  • O modelo que comprei é para tubos de guidom com diâmetro entre 16 e 20mm.

Beg Bicycles

Vejam só o estilo das bikes vintage da Beg, da Inglaterra. Uma mais linda que a outra. No site você confere as especificações, além de outros modelos bem legais.

Pedalando no Rio II

Que bacana as coincidências da vida.

No fim de semana que estava no Rio pedalando recebi do meu amigo Bob Villela (dono do blog Linhas Minhas) o belo texto abaixo, que descreve algumas das suas sensações de pedalar na Cidade Maravilhosa. Valeu Bob!

Magrela (por Bob Villela)

Guidom, rodas, selim e detalhes atrelados a um quadro. Nesse quadro, cada movimento sobre os pedais faz surgir um fragmento ainda mais rico da pintura maravilhosa. Não há moldura. Por óbvio, a paisagem que se forma é ilimitada. Fantástica mesmo é a impossibilidade absoluta de ficar indiferente diante das descobertas.

Caetano berrava pelo aterro, pelo desterro. Caetano não tinha uma bicicleta. No aterro, em vez de berrar, concentrei todas as minhas energias nas pedaladas. Caetano dizia que o papo estava qualquer coisa. Mas, definitivamente, a sensação de passear entre as belezas desta terra não é coisa qualquer, e cultiva similaridades com a obra do baiano: graça, surpresa e privilégio.

O caminho fino e sinuoso escrito por Burle Marx atenuava minha ansiedade por chegar à enseada de Botafogo. O passeio continuava, fluíaem perfeição. Nasproximidades da famosa churrascaria, era eu o convidado especial para um rodízio de monumentos à existência.

No mar, sal a gosto e peixinhos sambando. Figuravam pratos típicos: a prática de esportes; o paisagismo como aditivo do que é naturalmente belo; a alegria e o ganha-pão de quem não tem a mesma sorte. O Redentor, mesmo não tão perto, era o adereço que emocionava na decoração. Pão de Açúcar na sobremesa. Para relaxar o corpo e descansar a cuca, pedalei até a Urca.

No retorno, o desejo de ir do Leme ao Pontal. Haja treino! Mas, assim como não resta dúvida de que do primeiro ao segundo não há nada igual, transborda em mim a certeza de que também essa brisa, essa honra, esse circuito, serão partes da história que escrevo. Pedalando, contemplando, vivendo.

Pedalar… Por lazer, por recomendação médica ou para acabar com a gordura localizada. E, se a gordura estiver localizada no Rio, pedalar é muito mais que diversão ou cuidado com o corpo. É vida plena e exercício para a memória. Duvido que alguém consiga se esquecer de tantas maravilhas.

http://linhasminhas.wordpress.com/

Pedalando no Rio de Janeiro

No último fim de semana realizei um sonho antigo, daqueles simples, mas de prazer inenarrável.

Andei de bicicleta pelo Rio de Janeiro. Um passeio lindo, que muita gente faz todo dia, da Glória até a Praia Vermelha. E o mais legal, andei junto com a Ciça e com o Felipe. Agora Joelma ganhou mais duas companheiras, dobráveis, que estão aí nas fotos. A pretinha é minha e se chama Helô – isso mesmo, a garota de Ipanema – sugestão certeira do Sérgio. Agradou logo de cara e não consegui mais pensar em outro nome (rs). A vermelhinha é da Ciça, e está esperando pra ser batizada.

Morei no Rio de Janeiro por 2 anos, mas não tive como levar minha magrela pra lá. Sempre que caminhava e corria pela cidade, imaginava que beleza seria pedalar por lá. E beleza pouca é bobagem.

Eu, Ciça e as bikes. Foto e dedos: Felipe Estella

Na Praia Vermelha

Mutiny Bikes

Pra quem curte vídeos de bike e ciclismo, uma ótima dica: o canal da Mutiny Bikes no Vimeo, tem cada um de primeira. Abaixo meus dois preferidos.

O primeiro, com trilha sonora maravilhosa (incluindo Us and Them, do Pink Floyd)

 

E o segundo, uma sessão de BMX com filmagens aéreas.

“Agrobike”

Na França a bicicleta é a paixão nacional, e o Tour de France é a Copa do Mundo dos franceses. As pessoas vão às ruas, se fantasiam e festejam a competição.

Vejam que legal a bicicleta construída por agricultores franceses para celebrar o Tour.

Kraftwerk – Tour de France

O Tour de France 2011 terminou no último dia 24 com a vitória do australiano Cadel Evans.

Pra homenagear a mais importante prova do ciclismo mundial, neste mês de agosto o cabeçalho do blog é a capa do disco Tour de France, da banda alemã Kraftwerk. Já fiz um post sobre esse álbum, que é nota dez!

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