Guidom-cestinha para bike

Ou seria cestinha-guidom? Conheça o Bike Porter, o sistema integrado criado pela Copenhagen Parts.

Eu usaria com certeza em uma bike urbana. Geralmente alguns sistemas de cestinhas são muito frágeis. Esse aí é todo em alumínio, e com um design vintage ainda. Tem a opção de modelos mais altos inclusive. Para ver mais fotos e as especificações técnicas, é só clicar aqui ou em uma das fotos.

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Luvas e meias para ciclistas

 

Vejam só que legal essas meias e luvas refletivas para ciclistas. Além de aumentar a visibilidade do ciclista, a luva ainda funciona como seta, pois tem a indicação de direção nas costas da luva. Eu que já pedalo de luvas utilizaria com certeza. Essas aí custam 15 libras o par (tanto da luva quanto da meia) e foram criadas por Kelvin Dodds. Clique nas imagens para ir para o site do fabricante.

Copenhague – a cidade das bicicletas

Setembro é o mês da mobilidade urbana e rolou muita coisa legal por aqui. Pra continuar no alto nível (rs), o vídeo abaixo é sobre Copenhague, na Dinamarca, conhecida como a cidade das bicicletas. Tá certo, temos outras cidades onde a bike ocupa um espaço privilegiado, mas muitos consideram a capital dinamarquesa como hors concours. É gostoso só de ficar assistindo e imaginando como seria legal ter algo parecido por aqui. O vídeo faz parte do projeto Cidades para Pessoas, da jornalista Natália Garcia, e além de mostrar uma realidade bem distante da nossa (ainda), mostra também os caminhos que eles percorreram pra chegar lá, e faz algumas comparações com a realidade brasileira. Acho bacana termos um norte, algo que parece inatingível para que possamos trilhar nosso caminho. Esse vídeo é nota 1000, 

Legal demais né? Na minha opinião, não podemos imitar modelos, por melhores que eles pareçam, mas podemos construir o nosso (inclusive nos apoiando em outras experiências), baseado em nosso contexto, nossa realidade e nossas possibilidades. E quem sabe um dia não teremos mais e mais pessoas pedalando por aí.

Lunartic – bicicleta com roda sem raios

Essa é a Lunartic, um conceito de bicicleta compacta bem diferente. A roda traseira é grande, não possui raios, e é formada por um disco dentado e pneus sem câmara. A propulsão do pedal é feita através de uma correia (e não uma corrente tradicional). A roda dianteira segue o modelo tradicional, e aparenta ser aro 20 (ou 16?). A bike ainda é um protótipo, mas vale a pena conferir a ideia no vídeo abaixo.

Meu Dia Mundial Sem Carro 2011

Esse Dia Mundial Sem Carro foi muito bom! Joelma recém saída da revisão geral na oficina, coloquei uma camisa especial pra celebrar e bike na rua! Esse ano tenho pedalado bem menos em passeios e longas distâncias, mas tenho usado a bike constantemente para o trabalho. Acho que fiquei quase um mês sem pegar ônibus, me deslocando só com a bicicleta.

Pra curtir o Dia Mundial Sem Carro: pense coletivo

Alguma impressões sobre o Dia Mundial Sem Carro desse ano:

  • Saio para o trabalho sempre na hora do rush (18:10hs), e hoje percebi o trânsito ligeiramente melhor. Coincidência?
  • Apesar do número de carros no trânsito diminuir timidamente, proporcionalmente o aumento de bikes é grande. E pedalar numa cidade com mais bicicletas é super alto astral!
  • Não participei da pedalada-manifesto organizada pelo Mountain Bike BH, pois foi na hora do trabalho. Porém, na volta encontrei com parte da turma do pedal na ciclovia da Savassi.
É isso, espero que a cada ano o número de participantes aumente. Espero estar firme e forte no ano que vem, pedalando!
Esse já é o terceiro Dia Mundial Sem Carro do blog. Pra quem quiser ver as impressões dos anos anteriores é só clicar.
E o seu Dia Mundial Sem Carro? Como foi?

Dia Mundial Sem Carro 2011

É hoje!

Estou passando para deixar minha saudação a todos que nesse dia em especial – mas também em todos os outros – pensam e sonham com uma cidade mais verde e mais livre. Não é ser contra o automóvel, mas sim pensar alternativas para a mobilidade, para nosso estilo de vida, para nossa forma de estar na cidade, que passam pela redução do uso do carro a ampliação de nossas possibilidades de locomoção. Não acredito na bicicleta como redentora das mazelas do ser humano, mas acredito definitivamente no seu potencial humanizador.

Há mais ou menos 150 anos a bicicleta é e continua sendo o veículo do futuro. E chegar ao futuro de bicicleta vai ser muito legal!

Um feliz Dia Mundial Sem Carro pra você que vai de ônibus, bicicleta, a pé, patins, skate…

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Saiu o ganhador do livro “Diários de Bicicleta” sorteado pelo blog. Pra conferir se foi você, clique aqui.

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Amanhã vou falar um pouco mais sobre como foi o meu DMSC aqui em BH.

Ciclovia da Savassi – percurso completo

Como prometido, o percurso completo da ciclovia da Savassi (2,8km), no sentido Savassi – Santa Efigênia. Como o vídeo é longo (9min) salvei numa resolução mais baixa.

Bom passeio e bom fim de semana a todos!

Sorteio de livro – Diários de Bicicleta (encerrado)

***Update: Os comentários estão encerrados. Obrigado a todos por terem participado! De acordo com o random.org, o ganhador do livro é o Tom Coyot! Gostei da brincadeira. Quem sabe no futuro não venham outros sorteios… Então boas pedaladas e até os próximos!

É isso aí!

Pra comemorar 2 anos de blog e o Dia Mundial Sem Carro, vamos sortear um exemplar novinho do livro “Diários de Bicicleta”, do David Byrne!

Pra quem não conhece, Byrne esteve na última FLIP divulgando o livro. Veja a descrição do site da Saraiva:

Desde o início dos anos 80, David Byrne tem usado a bicicleta como principal forma de locomoção em Nova York, cidade onde vive. Quando viaja ou sai em turnê, ele sempre leva consigo uma bicicleta dobrável. A princípio, tal decisão foi tomada por mera conveniência. No entanto, quanto mais cidades visitava, mais o músico se tornava adepto desse meio de transporte e da sensação de liberdade que ele proporciona. Diários de bicicleta é a reunião de vários escritos do autor ao longo dos últimos anos – de Berlim a Buenos Aires, de Istambul a São Francisco, de Manila a Nova York, entre outras. Num estilo despojado que passeia entre ensaio, relato de viagens, diário pessoal e álbum de fotos, David Byrne registra também suas reflexões sobre uma variedade de assuntos: política, filosofia, música, planejamento urbano, moda, arquitetura local, diferenças culturais, sexualidade, entre outros, sempre com uma mistura muito particular de humildade, curiosidade e bom humor. David Byrne é mundialmente conhecido por seu trabalho como músico à frente do Talking Heads, banda cult dos anos 80, e por seus álbuns solo e em parceria com Brian Eno, como Everything that happens will happen today, um das colaborações mais recentes. Sob o selo independente Luaka Bop, Byrne foi o responsável por distribuir internacionalmente grandes nomes do que se convencionou chamar de world music (entre os artistas brasileiros, lançou trabalhos de Tom Zé, Yoñlu, +2 e Os Mutantes). Além da música, o artista também encabeça uma série de projetos nas artes plásticas, no teatro e no cinema, colaborando com nomes como Caetano Veloso, Marisa Monte, Thwyla Tharp, Robert Wilson, Jonathan Demme e Bernardo Bertolucci. Nascido em Dumbarton, na Escócia, em 1952, David Byrne frequentou a Rhode Island School of Design e o Maryland Institute College of Art. Atualmente, vive em Nova York.

Me identifiquei muito com esse livro. Pra quem gosta não só de pedalar, mas de trocar idéias sobre bicicletas, cidades, arte… recomendo a leitura!

Pra participar é muito fácil. Você só tem que:

  1. Curtir a página do “Até Onde Deu pra Ir de Bicicleta” no Facebook (aí do lado direito do blog, ó —>)
  2. Deixar um comentário neste post.

Pronto, você já está concorrendo ao sorteio!

Se quiser aumentar suas chances, você ainda pode ganhar até 2 comentários extras. Veja como:

  • Divulgue o sorteio no seu blog ou twitter, colocando aqui nos comentários o link da divulgação (esse será o seu comentário extra).
  • Para divulgar no twitter, escreva a seguinte frase: sorteio no blog do @AndreSchetino! Eu quero! – http://wp.me/px4O0-x8
Você tem do dia 14/09 ao dia 21/09 para deixar seu comentário. Os comentários serão numerados e o ganhador será escolhido através do random.org. O resultado do sorteio será divulgado no dia 22/09, Dia Mundial Sem Carro. O vencedor será contactado por email e tem 48hs para se manifestar. Caso contrário, outra pessoa será sorteada.
Boa sorte a todos, boa leitura e boas pedaladas!

Ciclovia da Savassi: pela educação das sensibilidades

A ciclovia da Savassi aqui em BH foi inaugurada no último dia 03/09. Parte dela acompanha meu caminho para ir ao trabalho (com alguns desvios), então na última terça (06/09) estreei o trajeto. Fiquei extremamente incomodado com algumas coisas, e no sábado passado no finzinho da tarde resolvi dar mais uma passeada por ela, agora em toda sua extensão, e filmei pra colocar aqui. Pedalei bem mais tranquilo, mas com muitas questões que gostaria de dividir com outros ciclistas e não ciclistas que aparecem por aqui.

  1. Primeiro as coisas boas. A ciclovia está novinha, é linda, com um caminho sinuoso, bonito, uma delicia de pedalar. É uma ciclovia numa zona nobre da cidade, e mais, em uma cidade totalmente voltada para os carros onde a presença da bicicleta sempre foi desacreditada pela questão do relevo. Mas isso é assunto pra outro post (rs).
  2. A primeira impressão que tive ao pedalar em dia de semana e na hora do rush(18:30) foi a de caos e insegurança. Pessoas paradas na ciclovia, conversando, atravessando sem olhar pra nenhum dos lados, carros que não diminuíam a velocidade nos cruzamentos. Cheguei no trabalho com a conclusão que era mais seguro pedalar no trânsito do que na ciclovia.
  3. Ao pedalar no sábado e pensar mais um pouco, vi que esse é um processo lento, mas que pode demorar mais ou menos a depender de como vivemos e nos percebemos na cidade. Na minha opinião o caminho passa pela educação das sensibilidades. Como pode uma pessoa que mora, trabalha ou estuda na região, que sempre transitou por ali, não perceber que o asfalto cinza escuro de antes agora convive com um caminho lindo, colorido de verde e vermelho? E mais, como ficar indiferente a isso? Porque é isso que acontece. Os pedestres caminham ou param no meio da ciclovia, não olham para os lados, não percebem que aquele é um espaço no qual bicicletas transitam. Já os motoristas também continuam da mesma forma, indiferentes como sempre, sem reduzir a velocidade ao passar pelos cruzamentos, entre outros descuidos.
  4. Apesar de todos os problemas, como eterno otimista, acredito que a ciclovia  vai pouco a pouco se integrar ao cotidiano da cidade. A ciclovia é novíssima, tem pouco mais de uma semana, e leva tempo para todos se acostumarem. Suas condições de utilização não serão nunca perfeitas, assim como o trânsito fora dela também não é e nunca será. Acredito que se os ciclistas se apropriarem dela, sua utilização junto a companhas educativas por parte do poder público vão fazer com que as regras de convivência melhorem.
Segue o vídeo abaixo. Editei alguns momentos mais conflitantes do passeio pra ilustrar o que escrevi aqui no post. Depois vou colocar outros dois vídeos (um da ida e outro da volta) completos, sem cortes, pra quem quiser curtir o rolé completo, que é bem legal!
E você? Já usou a ciclovia da Savassi? Sua cidade tem ciclovia? Qual a sua opinião?

Bicicletada à fantasia

Vídeo lindo da Bicicletada à fantasia realizado em São Paulo no dia 25/03.

Video: Videocubo.

Aliás, acabei de ver que foram eles que fizeram também o vídeo Plano B, da Caloi, que já foi postado aqui no blog.

Demais!

Pra quem não conhece a bicicletada é só clicar no link: http://bicicletada.org/tiki-index.php

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