Bicicletas em Gramado

Estive agora passeando por Gramado(RS), e aproveitei pra fazer uns passeios de bike. A cidade tem empresas que alugam bicicletas (R$ 20 a diária), além de fazer alguns passeios e roteiros sobre duas rodas. Muitos hotéis também disponibilizam bicicletas para os hóspedes. Nós aproveitamos essas magrelas amarelinhas para um passeio muito bacana pela cidade, passando pelo Lago Negro.

No caminho, muitas flores.

Na rodoviária, só empurrando.

No Lago Negro, na versão pedalinho...

...e natural. Foto: Cecília Estella

Durante a viagem clicamos uma porção de bikes, que vou colocando aqui aos poucos.

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Relato – 9º Encontro Nacional de Cicloturismo

Finalmente, a cereja do bolo

Vou tentar resumir aqui neste relato um pouco do que foi esse Encontro.

O lugar

O local do evento era lindo. Muita água, barcos. Fiquei na área de camping, mas hávia também a opção por quartos no hotel e casas. A comida era maravilhosa (achei que ia pedalar até no feriado e emagrecer… ledo engano) .

Os passeios

Os pedais eram leves (máximo 20km), em ritmo de passeio mesmo, pra conhecer o lugar e as pessoas. E os lugares eram lindos. No primeiro dia fizemos uma  pequena trilha que terminou à beira do lago, com o merecido refresco.

 

a turma reunida

Banho de lago à vista

No segundo dia fomos à antiga estação Jaguara, estação de trem desativada (e abandonada) com o declínio das atividades comerciais da região.

Chegando na antiga estação Jaguara: sombra e água fresca

Estação Jaguara

E no terceiro, mais uma trilha, dessa vez terminando em um pequeno sítio e fábrica de doces artesanais.

Chegada à fábrica de doces...

... e a galera se descontrolando com as delícias

As palestras

As palestras aconteciam a tarde e a noite. Gostei muito dos relatos de viagem, são uma injeção de ânimo daquelas. Ao final das palestras eu saia com uma vontade tremenda de pedalar por aí. Pensava pequenos roteiros perto de casa mesmo, outros mais distantes, pra colocar a bike na estrada.

Fábio (FES) na palestra sobre manutenção de bikes em viagens

Nas palestras sobre fotografia, dicas para viagens de bicicleta, e manutenção de bikes em viagens, as informações (e troca de informações) eram valiosas, especialmente pra mim, que nunca me liguei muito nessas coisas e só queria saber de subir em cima da bicicleta e sair pedalando. Nas próximas viagens já estarei mais ligado!

Encontro na essência da palavra

O mais legal de tudo é exatamente o encontro. Deviam ter por  volta de 100 pessoas, cada um com uma bike diferente, com histórias diferentes, visões diferentes sobre as bikes e as viagens.

Outra coisa legal é o esquema do evento. Colocar os cicloturistas em imersão, num ambiente super alto astral onde a bike é o interesse comum. Disse uma vez que quando um ciclistas “encontra” com outro na rua sempre há um aceno, um cumprimento solidário. Agora, imagina o nível de solidariedade e cumprimentos com tantos cicloturistas juntos. hahah! Era como uma reunião de 100 grandes amigos. Pessoas as vezes que mesmo sem saber o nome dividiam com você histórias, piadas, experiências, alguns kms de pedaladas e algumas cervejas.

Deixo aqui um abraço especial a todos que estiveram nesse Encontro.  Ao Rodrigo e Eliana, extensivo a todos do Clube de Cicloturismo do Brasil.  À toda a galera parceira de camping e aos colegas de pedal (são muitos, e não vou citar nomes pra não ser injusto).

Que venham muitos outros. Encontrar pessoas que gostam e fazem o mesmo que você é algo sensacional. Dá a idéia de que não somos ET’s, não estamos loucos em gostar de carregar a bike e sair pedalando por aí. Se não for isso, pelo menos é um sinal de que os loucos estão propensos a se reunir anualmente para partilhar um pouco da loucura com o colega. rsrs

Todo mundo junto! Fonte: Clube de Cicloturismo do Brasil

Que venham os próximos!

Relato: pedal Araxá – Parque Náutico da Jaguara (MG)

2º dia (08/10/10) – 100km na estrada

Acordei cedo e animado. Desci pra tomar um café da manhã reforçado, e vi que caia uma chuva considerável. Pra minha sorte, ela não durou muito, mas foi suficiente pra atrasar minha saída e me fazer utilizar as capas do alforge e uma sacola protegendo o isolante e a barraca.

Saída sem chuva, mas com chão molhado: bike impermeável

Queria ter saído por volta das 6 da manhã mas só comecei a pedalar por volta da 8:40. Na saída da cidade fui a um posto da Polícia Rodoviária Federal me informar sobre caminhos alternativos. Tinha um caminho por estradas de terra em um mapa do circuito Serra da Canastra e vi que demoraria 2 dias para chegar a Araxá. Essa não era uma opção, então resolvi mesmo seguir a MG 428: seriam +- 100km até o Parque Nautico da Jaguara.

O caminho era lindo, e misturava trechos sinuosos (poucos) com longas retas. Apesar de não usar GPS ou ter a altimetria do percurso nos primeiros 70km tive a impressão de ser equilibrado entre subidas e descidas. Logo no início da viagem um tucano me acompanhou, voando perto durante uns 3 minutos! O ponto negativo é que a estrada não tinha acostamento, mas em compensação estava super vazia. Durante o dia de pedaladas vi apenas um ônibus e uns poucos caminhões.

Long road

Tava tão empolgado pra pedalar que nem tirei muitas fotos do percurso. Viajei com 1,5 litros d’água, e reabasteci em 2 pontos no caminho, um com 30km de pedaladas e outro com 70km. Mais pra frente ao longo do pedal outra ave me acompanhou, me parecia um gavião dessa vez.

A medida em que o dia avançava, o sol ficava forte e vinha o cansaço. Fazia umas paradas esporádicas pra beliscar algo e renovar o protetor solar. Com 70 km pedalados, depois de uma senhora subida, meu humor já estava um pouco alterado: era a fome. Apesar de beliscar algumas coisas ao longo do caminho, chega uma hora que você precisa de um rango mais caprichado.

Já eram umas 2 da tarde e quando vi um posto (com uma lanchonete!) que estava indicado no mapa sabia que estava perto, e meu mau humor com os minutos contados. Parei a bike já verde de fome e fiz um banquete com tanta coisa que nem consigo me lembrar.

Panelas ao fundo: hora do rango

Estava descansando e puxei papo com um menino que trabalhava na lanchonete. Ao perguntar se estava perto ele me disse: “uns 30 km, mas só de descida”. Como fiquei feliz ao ouvir aquilo.

Depois de um bom descanso pude constatar que era verdade. Desci tranquilamente, alternando algumas retas e ansioso por placas indicativas, pois estava doido pra chegar. Alguns carros passavam buzinando, alguns com bikes que chegavam para o Encontro de Cicloturismo, e o incentivo me ajudava a vencer o cansaço.

Percebi voando ao meu lado um urubu. Lembrei do tucano e do gavião, e comecei a ficar preocupado (hahaha). Finalmente as placas indicativas apareciam!

A chegada: placas...

... e placas!

Cheguei após 100km pedalados no Parque Náutico da Jaguara, que ficava a 10km da cidade de Rifaina (SP), e a 28km da cidade de Sacramento (MG). O cansaço já tinha ido embora, e deu lugar a aquela sensação maravilhosa que é chegar de bike. Descarreguei as malas do bagageiro de Joelma e montei minha barraca no camping, que seria minha casa nos próximos 4 dias. Outros ciclistas já estavam lá e outros chegavam para o 9º Encontro Nacional de Cicloturismo.

No próximo post faço um relato do evento, que foi demais!

Relato: Pedal em Araxá(MG)

Ao chegar em Araxá a chuva parou e estava bem animado pra pedalar. Segui as placas e fui até o centro de informações turísticas. Lá peguei um mapa da cidade e outro do circuito Serra da Canastra, pois ainda pensava em ir para Jaguara por caminhos alternativos.

Com os mapas em mãos, dei uma volta pelo centro e quis logo conhecer a estância hidromineral do Barreiro, com as fontes de água e o Grande Hotel da cidade. Estava adorando a sensação de pedalar com a bike carregada (vou falar mais sobre isso depois). Nas descidas ela ficava bem estável, pegava velocidade facilmente. Nas subidas ia desenvolvendo bem, pois as pernas estavam empolgadas.

Grande Hotel de Araxá

Pouco antes de entrar na fonte Dona Beja

Fonte de água sulforosa: um lugar lindo...

... mas o cheiro e o gosto da água...

O lugar é simplesmente lindo, majestoso. Pedalei pelo entorno do hotel, visitei as fontes de água, e tirei a maior onda no SPA do Hotel, que é aberto a visitantes: tomei um banho na piscina emanatória, com água quentinha, onde fiquei morgando até o finzinho da tarde.

 

Piscina emanatória: água a 37ºC

Em meu primeiro dia pedalei uns 25km por Araxá. Já havia me informado que a cidade não possuía camping, e logo a noite fui para a pousada do SESC, que recomendo pela qualidade e preço. No dia seguinte sairia de bike, cedinho, pro trecho mais longo de pedalada até o Parque Náutico da Jaguara.

continua…

Cicloviagem no feriadão

Tô de volta, depois de um feriadão maravilhoso, com muitas pedaladas, que vão render uns bons post na seção de relatos.

Planejando a viagem

Vou começar com minha saída de BH e chegada em Araxá (MG).

A viagem começou na saída aqui de casa: era minha primeira viagem com Joelma, primeira viagem com alforges, e a primeira viagem embarcando a bike no ônibus. Joelma e os alforges se comportaram muito bem. A bike no ônibus realmente é a parte mais chata.

Joelma carregada na rodoviária de BH

O plano era ir até o trevo de Campos Altos, e de lá pedalar no 1º dia até Araxá (+-95km), e no 2º de Araxá até o Parque Nautico da Jaguara (100km), que apesar de pertencer ao município de Sacramento (MG) fica mais perto (5km) da cidade de Rifaina (SP). No Parque Náutico aconteceu o 9º Encontro Nacional de Cicloturismo.

Tava bem ansioso, tinha dormido pouco e como sempre arrumei tudo em cima da hora. Ao chegar no trevo de Campos Altos, tava caindo uma chuva forte. Não pensei duas vezes. Paguei a diferença da passagem e estiquei a viagem de ônibus até Araxá.

Foi a melhor decisão. Com calma para acostumar a pedalar carregado, tive a oportunidade de pedalar um dia mais leve e tranquilo pela cidade, que é linda.

Agora o pedal começa a esquentar…

Araxá(MG)

(continua…)

Cicloturismo: Belo Horizonte – Jaboticatubas (relato)

Aproveitei a empolgação de um ano de blog e domingo fui fazer um baita pedal. Pedalei 150km, incluindo nesse percurso uma pequena cicloviagem até Jaboticatubas, a 65km de BH. Deixo o post sobre pedaladas longas pra depois, e agora me dedico aos 65km desse passeio bem bacana.

Saí as 5:45 da manhã. Escolhi ir pela Via 240, uma estrada que inicia na Av. Cristiano Machado, na altura da estação de metrô de São Gabriel. A Avenida emenda com a rodovia MG-20, e bastou seguir na estrada para chegar em Santa Luzia (+-30km de BH).

O sol nascendo e a neblina entre BH e Santa Luzia

Em Santa Luzia vale uma passada pelo centro histórico, que inclusive é parte do caminho para Jaboticatubas. Basta seguir as placas, que aparecem com frequência.

Em Santa Luzia, a Casa do Centro de Artesanato...

...e a Capela do Bonfim, no centro histórico.

A saída de Santa Luzia para Jaboticatubas também é feita pela MG-20. Aí é o percurso mais bonito da viagem. A estrada fica com cara de estrada (de BH para Santa Luzia as cidades praticamentes se emendam), aparecem fazendas, lagos e as montanhas bonitas de Minas. São mais 33 Km de estrada até chegar em Jaboticatubas. A cidade faz parte do Circuito Estrada Real e da Serra do Cipó. Abaixo um vídeo com uma volta pela pracinha no centro da cidade, e algumas fotos.

Joelma no portal da pracinha de "Jabo"

A igreja da cidade...

... e a padroeira, Virgem Maria, homenageada na praça.

Dicas sobre o passeio:

  • O percurso é todo em asfalto, e  a única parte com acostamento é o trecho BH- Santa Luzia (inclusive com alguns trechos da rodovia em obras). O trecho Santa Luzia – Jaboticatubas demanda um cuidado redobrado, pois não possui acostamento e ainda tem um trecho em obras onde está funcionando apenas uma pista. Por outro lado, a rodovia (MG 20) é pouco movimentada.
  • Não utilizo GPS, mas tive a impressão de um percurso relativamente equilibrado entre subidas e descidas. Fui e voltei com a mesma média de velocidade (20km).

É isso. Separei mais fotos e estou editando alguns vídeos da viagem pra postar depois. Ficaram muito bons!

“Mineiro que viajou o mundo de bicicleta lança livro em BH “

Pedal e educação.

Esse foi o objetivo do mineiro Argus Caruso que rodou o mundo de bike conciliando a aventura à um projeto pedagógico.  E agora lança seu livro:  “Caminhos – Volta ao Mundo de Bicicleta”. A reportagem é de Luisa Brasil – Portal Uai .

Foto retirada do Portal Uai.

Foto retirada do Portal Uai.

Livraria Travessa, às 11 horas .

Borá lá pedalando?

obs.: esse post é dica de uma grande amiga, valeu Mel.

Barba, paz.

Dica de passeio: Confins – Lagoa dos Mares

Salve, salve  galera.

Hoje queria dar uma dica pra vocês de um passeio bacana aqui próximo de BH mesmo, na cidade de Confins. Minha família tem raízes lá e neste último feriado (dia 12/10) eu e meu cunhado, Júnio,  decidimos explorar a região de bike. Um batizado para ele e sua nova bike.

Bom, o passeio pode começar em BH ou na cidade de Confins.

Eu e André já tivemos a experiencia de sair de capital pela MG-010, e MG-424 – passando por São José da Lapa e entrando em Confins antes de chegar a Pedro Leopoldo.  São 32km (só de ida) de estrada asfaltada, com uns morrinhos bacanas pra esquentar as pernas.

No trajeto que irei descrever aqui começaremos diante da bela Igreja de São José em Confins e iremos até Lagoa dos Mares, percorrendo um total de 16 km. Um passeio bem tranquilo, bom para quem quer começar a treinar pra dar umas voltas maiores e mistas – em chão batido e asfalto.

Igreja de São José - na R. São José, Confins MG.

Igreja de São José - na R. São José, Confins MG. Início do nosso percursso.

Seguindo pela rua São José encontraremos placas indicativas de um empreendimento hoteleiro da região, a primeira delas devemos seguir. A segunda iremos pelo lado oposto.

Primeira placa indicativa - seguir a seta da placa.

Primeira placa indicativa - seguir a seta da placa.

Segunda Placa - seguir do lado Direito, oposto a seta indicativa.

Segunda Placa - seguir do lado Direito, oposto a seta indicativa.

Adiante,  como indicado nas fotos,  iremos para a saída da cidade em direção a Tavares e Lagoa dos Mares.

Essa  primeira parte é um trajeto dentro da tranquila cidade de Confins. Casas pequenas, moradores tranquilos e receptivos. Ao entrar pela direita na segunda placa começará uma subida (moramos em Minas, logo não devemos temer as subidas, rs).

Ao término desta estaremos seguindo por uma pequena estrada. Margeada por fazendas e com uma bela vista do Aeroporto Internacional, seguiremos por mais ou menos uns 4 km até a próxima placa indicativa, em Tavares.  Vale dizer que passaremos por uma descida bem forte,  muito boa, mas que na volta significa: MORRO, SUBIDA…

Entre Confins e Tavares - o sol matinal acompanhando o caminho.

Entre Confins e Tavares - o sol matinal acompanhando o caminho.

Na margem esquerda - um pasto enorme e o Aeroporto Internacional ao fundo

Na margem esquerda - um pasto enorme e o Aeroporto Internacional ao fundo

Seguindo por esta estrada temos opções de entradas alternativas que nos levam a pequenas trilhas.

Estas trilhas  por sua vez  sempre vão terminar na mesma estrada.  Fica a dica para quem gosta de um trecho mais pesado e que exige um pouquinho mais de perna, mas nada que não possa ser feito com boa vontade.

Placa indicativa do caminho certo: Lagoa dos Mares à vista.

Placa indicativa do caminho certo: Lagoa dos Mares à vista.

Se depois da divertida descida,  do trecho em curva e por fim o campo de futebol, você não encontrar essa placa. Algo saiu errado – caso consiga voltar pra casa me mande um e-mail que vou conferir onde errei na descrição do caminho.

Brincadeira, não tem erro.  Entre a direita no sentido de Lagoa dos Mares. Estaremos agora em estrada de chão batido, alguns cascalhos, e se você der a sorte de ter chovido: uma lama para alegrar.

Estrada de chão batido de Lagoa dos Mares

Estrada de chão batido de Lagoa dos Mares

Trêm Bão dimais da conta.. isso é Minas.. rs

Trêm Bão dimais da conta.. isso é Minas.. rs

Momento denúncia

Lagoa dos Mares tem esse nome porque lá existia lagoa, mas o descuido fez com que mato e os águapés tornassem a lagoa impenetrável. Sempre ouço minha vó comentanto sobre as peripércias de juventude dos meus tios-avôs dentro das águas da “finada” lagoa. Eu mesmo já tive a oportunidade de entrar na água pra pescar.

Lá tinha cada peixão,  lembro da vez que um quase me derrubou do barco. Mas tirei o “marvado”, ele  media uns… ops   (melhor voltar pra bicicleta, vocês iam achar que era história de pescador)

Bom essa estrada pode ser considerada o anel superior da lagoa. A primeira descida  que virem levará para a margem dela. Vale a pena descer para dar uma olhada.

Parta da Lagoa vista da estrada.

Parta da Lagoa vista da estrada.

Bom não tem mistério. É um passeio bem tranquilo, com várias possibilidades de modificações sem perigo de se perder.

Contornando a estrada que chamei de anel superior da lagoa, chegará um trecho de subida – mais uma – a esquerda que levará para a estrada que pegamos na ida, no trecho de descida em curva antes do campo de futebol (perto da placa indicativa de Lagoa dos Mares).

Daí é só voltar para Confins pelo mesmo caminho.

Local de saída da estradinha de Lagoa dos Mares. Estrada de volta para Confins

Local de saída da estradinha de Lagoa dos Mares. Estrada de volta para Confins

Outra possibilidade é descer a esquerda pelo calçamento que corta o anel superior da lagoa e sair na MG-424. Nela vc segue por mais uns 7 km até entrada de Confins, ou volta para BH.

Espero que tenham gostado da dica. Peço desculpas pela precariedade das informações, planilhei o trecho mas minha desorganização me fez perder as anotações. Fico devendo os videos também, ainda não aprendi a converter o formato do celular pra um compativel com o Movie Maker.

Abração, paz.

Barba

De Parnaíba a Jericoacoara – o vídeo.

Mais um vídeo de cicloviagem ficou pronto. To mexendo um pouco mais no Windows Movie Maker. Esses programinhas fazem de qualquer um um entendido de informática. hahaha Os créditos ficaram um pouco ruins de visualizar no modo normal, mas em tela cheia ficam bons. Não deu pra abusar muito da qualidade senão o vídeo fica grande demais.

Bom, tá ai. Desta vez, a viagem pelo litoral do nordeste feita em julho deste ano. De Parnaíba (PI) até Jericoacoara (CE). Quem quiser conferir os relatos completos com os detalhes da viagem é só clicar nos links abaixo do vídeo.

Kaya na Gandaia!

Relato:

Parte 1 – Preparação da viagem e montagem de Sebastiana

Parte 2 – 1º dia: Parnaíba a Cajueiro da Praia

Parte 3 – 2º dia: Cajueiro da Praia a Camocim

Parte 4 – Final – Camocim a Jericoacoara e impressões sobre a viagem

Um minuto de bike

O Clube de Cicloturismo do Brasil fez um belo vídeo sobre o circuito de cicloturismo da Costa Verde e Mar, em Santa Catarina. São cerca de 270km passando por 11 ciadades. O vídeo, além de mostrar as belezas do circuito, “fala” sobre viajar de bike, sobre a relação diferente com o tempo que o cicloturismo proporciona. Pra quem quiser saber um pouco mais sobre o circuito, basta clicar aqui.

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