Dica de passeio: Confins – Lagoa dos Mares

Salve, salve  galera.

Hoje queria dar uma dica pra vocês de um passeio bacana aqui próximo de BH mesmo, na cidade de Confins. Minha família tem raízes lá e neste último feriado (dia 12/10) eu e meu cunhado, Júnio,  decidimos explorar a região de bike. Um batizado para ele e sua nova bike.

Bom, o passeio pode começar em BH ou na cidade de Confins.

Eu e André já tivemos a experiencia de sair de capital pela MG-010, e MG-424 – passando por São José da Lapa e entrando em Confins antes de chegar a Pedro Leopoldo.  São 32km (só de ida) de estrada asfaltada, com uns morrinhos bacanas pra esquentar as pernas.

No trajeto que irei descrever aqui começaremos diante da bela Igreja de São José em Confins e iremos até Lagoa dos Mares, percorrendo um total de 16 km. Um passeio bem tranquilo, bom para quem quer começar a treinar pra dar umas voltas maiores e mistas – em chão batido e asfalto.

Igreja de São José - na R. São José, Confins MG.

Igreja de São José - na R. São José, Confins MG. Início do nosso percursso.

Seguindo pela rua São José encontraremos placas indicativas de um empreendimento hoteleiro da região, a primeira delas devemos seguir. A segunda iremos pelo lado oposto.

Primeira placa indicativa - seguir a seta da placa.

Primeira placa indicativa - seguir a seta da placa.

Segunda Placa - seguir do lado Direito, oposto a seta indicativa.

Segunda Placa - seguir do lado Direito, oposto a seta indicativa.

Adiante,  como indicado nas fotos,  iremos para a saída da cidade em direção a Tavares e Lagoa dos Mares.

Essa  primeira parte é um trajeto dentro da tranquila cidade de Confins. Casas pequenas, moradores tranquilos e receptivos. Ao entrar pela direita na segunda placa começará uma subida (moramos em Minas, logo não devemos temer as subidas, rs).

Ao término desta estaremos seguindo por uma pequena estrada. Margeada por fazendas e com uma bela vista do Aeroporto Internacional, seguiremos por mais ou menos uns 4 km até a próxima placa indicativa, em Tavares.  Vale dizer que passaremos por uma descida bem forte,  muito boa, mas que na volta significa: MORRO, SUBIDA…

Entre Confins e Tavares - o sol matinal acompanhando o caminho.

Entre Confins e Tavares - o sol matinal acompanhando o caminho.

Na margem esquerda - um pasto enorme e o Aeroporto Internacional ao fundo

Na margem esquerda - um pasto enorme e o Aeroporto Internacional ao fundo

Seguindo por esta estrada temos opções de entradas alternativas que nos levam a pequenas trilhas.

Estas trilhas  por sua vez  sempre vão terminar na mesma estrada.  Fica a dica para quem gosta de um trecho mais pesado e que exige um pouquinho mais de perna, mas nada que não possa ser feito com boa vontade.

Placa indicativa do caminho certo: Lagoa dos Mares à vista.

Placa indicativa do caminho certo: Lagoa dos Mares à vista.

Se depois da divertida descida,  do trecho em curva e por fim o campo de futebol, você não encontrar essa placa. Algo saiu errado – caso consiga voltar pra casa me mande um e-mail que vou conferir onde errei na descrição do caminho.

Brincadeira, não tem erro.  Entre a direita no sentido de Lagoa dos Mares. Estaremos agora em estrada de chão batido, alguns cascalhos, e se você der a sorte de ter chovido: uma lama para alegrar.

Estrada de chão batido de Lagoa dos Mares

Estrada de chão batido de Lagoa dos Mares

Trêm Bão dimais da conta.. isso é Minas.. rs

Trêm Bão dimais da conta.. isso é Minas.. rs

Momento denúncia

Lagoa dos Mares tem esse nome porque lá existia lagoa, mas o descuido fez com que mato e os águapés tornassem a lagoa impenetrável. Sempre ouço minha vó comentanto sobre as peripércias de juventude dos meus tios-avôs dentro das águas da “finada” lagoa. Eu mesmo já tive a oportunidade de entrar na água pra pescar.

Lá tinha cada peixão,  lembro da vez que um quase me derrubou do barco. Mas tirei o “marvado”, ele  media uns… ops   (melhor voltar pra bicicleta, vocês iam achar que era história de pescador)

Bom essa estrada pode ser considerada o anel superior da lagoa. A primeira descida  que virem levará para a margem dela. Vale a pena descer para dar uma olhada.

Parta da Lagoa vista da estrada.

Parta da Lagoa vista da estrada.

Bom não tem mistério. É um passeio bem tranquilo, com várias possibilidades de modificações sem perigo de se perder.

Contornando a estrada que chamei de anel superior da lagoa, chegará um trecho de subida – mais uma – a esquerda que levará para a estrada que pegamos na ida, no trecho de descida em curva antes do campo de futebol (perto da placa indicativa de Lagoa dos Mares).

Daí é só voltar para Confins pelo mesmo caminho.

Local de saída da estradinha de Lagoa dos Mares. Estrada de volta para Confins

Local de saída da estradinha de Lagoa dos Mares. Estrada de volta para Confins

Outra possibilidade é descer a esquerda pelo calçamento que corta o anel superior da lagoa e sair na MG-424. Nela vc segue por mais uns 7 km até entrada de Confins, ou volta para BH.

Espero que tenham gostado da dica. Peço desculpas pela precariedade das informações, planilhei o trecho mas minha desorganização me fez perder as anotações. Fico devendo os videos também, ainda não aprendi a converter o formato do celular pra um compativel com o Movie Maker.

Abração, paz.

Barba

Serra da Piedade – O vídeo

Desde que fizemos a subida da Serra da Piedade – e depois quando fiz a cicloviagem pelo litoral do nordeste – fiquei de editar uns vídeos para compor os relatos. Finalmente agora tive um tempinho e saiu o primeiro. Na voz de Lô Borges (se o youtube não censurar), o passeio/trilha/cicloviagem que eu e meu cumpadre Barba fizemos em maio deste ano.

Apenas uma ressalva: o vídeo original e completo da descida tinha mais ou menos 15 minutos, mas ficou muito tremido, praticamente inassistível, pois desci com a câmera apoiada no guidom. O que consegui salvar intercalei com imagens da ida, de Sabará até o alto da Serra da Piedade. Ao final, deixei os links dos relatos (com outros vídeos e fotos) pra quem quiser ver/rever.

Relato:

Subida da Serra da Piedade – parte 1

Subida da Serra da Piedade – parte 2

Subida da Serra da Piedade – parte 3

Clementina e seus 1.000km

Nossa última pedalada, no dia 21/06,  foi em clima festivo. Comemoramos os 2.000 km de Joelma e  1.000 km de Clementina.

Faço aqui meu registro de felicidades a guerreira Clementina, que aguenta o peso que sou em suas costas, literalmente.. rs

Muitas viagens e  muitos quilômetros de vida …

1.000 km de Clementina - comemorados na estrada que levaria a Morro 1.000 km de Clementina - comemorados na estrada que levaria a Morro vermelho Vermelho

1.000 km de Clementina - comemorados na estrada que levaria a Morro Vermelho

Relato – Pedal na Estrada do Jegue

O último domingo foi um dia especial. Joelma completou 2000km rodados e Clementina 1000. Combinei com o Barba de fazermos um pequeno passeio/cicloviagem até Morro Vermelho, mas com um detalhe: pra variar, não sabíamos ao certo o caminho, e nem buscamos nos informar muito sobre. Queríamos na verdade era experimentar a estrada de terra que margeia o lado direito da estrada para Caeté, na saída de Sabará (que fizemos no último relato, da subida da Serra da Piedade).

Saímos de casa no horário habitual, por volta das 5:30 da manhã. A parte inicial, até a saída de Sabará, já é conhecida do relato anterior. Estamos explorando as estradas da região e pretendemos umas cicloviagens mais longas por ali. O trecho pedalado tem mais ou menos 25 km de estradão (ida e volta), com uma ou outra subida mais forte (como mostra minha respiração ofegante no vídeo), mas nenhum trecho muito técnico.

A entrada da estrada: a direita na saída de Sabará pela estrada velha

A entrada da estrada: a direita na saída de Sabará pela estrada velha

Durante o percurso encontramos muita neblina, e alguns postes também indicando que o trecho faz parte do Caminho do Sabarabuçu, trecho do roteiro turístico da Estrada real. Além disso, belas paisagens com pontilhões (utilizados pelas mineiradoras) e as montanhas de Minas.

Clementina e Joelma em dia de celebrar: 1000 e 2000

Clementina e Joelma em dia de celebrar: 1000 e 2000

A neblina se dissipa e a estrada se mostra

A neblina se dissipa e a estrada se mostra

Barba na estrada: pedalando muito!

Barba na estrada: pedalando muito!

O passeio foi importante pra percebermos uma coisa. Essa história de viajar rumo ao desconhecido, sem conhecer bem o caminho, de saber “até onde deu pra ir de bicicleta” pode parecer – e é – muito legal, mas também paga-se o preço. E o do último domingo foi o de não chegar a lugar algum. Erramos a entrada para Morro Vermelho, e continuamos por mais uns 8km até o “fim da linha”: um barranco que parecia a continuação da estrada que tinha desabado e continuava do outro lado, mas que era impossível de ser transposto.

o inesperado fim da linha: a estrada acaba nessa cratera

o inesperado fim da linha: a estrada acaba nessa cratera

Apesar de não chegarmos a Morro Vermelho, aprendemos o caminho correto para fazermos na próxima. E já pesquisamos uns bons sites para quando quisermos pedalar com um roteiro mais específico. Recomendo o pedal para quem curte um estradão, como eu. Achei demais. Após 80 km de pedal (dos quais 32 de estrada de terra) em 5 horas, voltamos satisfeitos pra casa, especialmente pelas marcas significativas de nossas magrelas.

Analisando o resultado (ir até o fim da linha e voltar) e os acontecimentos do pedal, decidi nomear o passeio de Pedal na Estrada do Jegue. O vídeo abaixo resume tudo.

Até a próxima…

Relato – Relato: Subida da Serra da Piedade – Parte 3 (final)

Pedalando nas nuvens

Pedalamos mais 6 km de estrada de asfalto até a entrada na cidade de Caeté. Uma breve parada na pracinha da igreja para o lanche, e outra num mercadinho pra renovar o estoque de alimentos e bebidas e seguimos em frente. Agora era o momento mais crítico. De um ponto na saída da cidade até o alto da Serra eram mais ou menos 20km só de subidas, sendo os últimos 5 a 6 km os mais íngremes e doloridos.

Estava cansado, mas meu amigo Barba estava bem mais. Fui dando aquele “apoio moral”, a subida da estrada era o momento final. O calor diminuíra, e a medida em que íamos subindo aparecia a neblina, já não tão densa, pois o sol era forte e já passava do meio-dia.

No alto da Serra, a visita de amigos...

No alto da Serra, a visita de amigos...

... e as magrelas abençoadas a 1746m de altitude

... e as magrelas abençoadas a 1746m de altitude

Durante a subida, ajulejos ilustrando a Via Sacra e a bela vista. Mesmo pedalando, a velocidade não passava dos 6km/h. Após mais ou menos 1 hora de subida forte, a recompensa. Na chegada, a satisfação e a sensação de dever cumprido. Me lembrei da minha 1ª vez, tentando imaginar a satisfação de meu amigo. Acabávamos de conquistar a Serra da Piedade!

Alguns dados técnicos sobre o pedal

Subida da Serra da Piedade

Total pedalado: +-67 km

Dificuldade: alta (mesmo sem o trecho de trilha, muitas subidas)

BH – saída de Sabará: 24 km

Caminho do Sabarabuçu (trilha): 15 km

Fim da trilha – entrada de Caeté: 6 km

Entrada de Caeté – Alto da Serra da Piedade: 22 km

Tempo Total: +- 5 horas e de pedal

Velocidade média: 13,4km

Perae! E a volta??

A volta foi toda pelo asfalto, e mesmo cansados, levamos em torno de 3 horas, curtindo bem as muitas descidas (que na ida eram subidas…) A pedalada totalizou 130 km em 8 horas (de pedal).

P.S. (fotos inseridas as 14:05 do dia 01/06)

Relato: Subida da Serra da Piedade – Parte 2

“A vingança das bikes”

Foi o nome que demos ao relativamente pequeno (e cansativo) trecho que subimos carregando as magrelas nas costas ao tomarmos a segunda opção. Seguir por completo o Caminho do Sabarabuçu tinha se tornado uma possibilidade sedutora, apesar de não sabermos a sua extensão, e nem mesmo seu estado de conservação.

Após a subida, a recompensa. Um trecho maravilhoso de trilhas fechadas, alternando subidas leves e descidas, exigindo alguma atenção com pedras, tocos de árvore no chão, e alguns trechos mais estreitos (mata fechada de um lado e barrancos do outro). Alguns filetes d’água e mesmo um pequeno riacho, que foi ideal pra dar uma refrescada nas magrelas, já bem enlameadas. A curtição terminou numa ponte estreita que balançava muito, onde aproveitamos pra nos divertir um pouco.

Eu e Joelma: tirando o excesso de lama

Eu e Joelma: tirando o excesso de lama

Depois as coisas foram mudando. O caminho tinha ficado realmente fechado, nos colocando em dúvida se seguíamos ou não a direção correta (na ponte estreita tínhamos encontrado o último dos postes do Caminho. Seguimos por em trecho com muito mato e bem fechado, onde mal se via a trilha. Mesmo na dúvida entre esse trecho e outras “picadas” abertas, saimos em uma “rua” de pedras, provavelmente uma antiga linha de trem desativada(estavam só as pedras, sem trilhos). Lá estava mais um poste do Caminho. Estavamos na direção certa. Seguimos um pequeno trecho nas pedras para a esquerda e avistamos a continuação da estrada, agora aberta. O tempo quente e seco do inverno mineiro já estava ficando mais forte…

Daí em diante a coisa se complica mais. Subidas pesadas e muito cascalho, dificuldades pros pneus de Joelma. Mesmo as descidas, com muitos degraus me exigiram muita atenção e cuidado. Normal era apoiar os pés no chão em trechos mais técnicos e descer da bike pra empurrar nas primeiras subidas (bem pesadas). Nesse trecho Barba foi na frente todo o tempo (tirando inclusive fotos do meu sofrimento em algumas subidas). Depois de uma descida forte, um susto: uma ponte de madeira, estilo “mata-burro”, camuflada em meio a muito mato, obrigou meu amigo a parar bruscamente. Ao apoiar os pés no chão, a coroa “beliscou” sua perna, fazendo alguns furos que sangraram por um tempo.

Por entre as montanhas: subidas fortes e com muitas pedras soltas

Por entre as montanhas: subidas fortes e com muitas pedras soltas

Não havia muito o que fazer, a não ser terminar o caminho. Cercados por montanhas, não tinhamos certeza de quanto faltava. Ele lavou o machucado, que dentro de pouco tempo, parou de sangrar e melhorou um pouco a aparência. Não sei quanto ao meu amigo, mas já começava a pensar se tinha sido mesmo uma boa idéia nossa opção pela trilha ao invés do asfalto. Não pela curtição, mas por ser um caminho desconhecido. Finalmente, após fortes subidas, o barulho de um carro… o Caminho de Sabrabuçu estava terminado. Aproximadamente 15km de trilhas com alguns trechos bem pesados (subidas) e alguns trechos técnicos. O Caminho terminava em um trecho da estrada de asfalto.

O final do Caminho do Sabarabuçu: 15 km de trilhas...

O final do Caminho do Sabarabuçu: 15 km de trilhas...

... recompensados por uma bela vista. Ao fundo, encoberta pelas nuvens, a Serra da Piedade. Nosso objetivo final.

... recompensados por uma bela vista. Ao fundo, encoberta pelas nuvens, a Serra da Piedade. Nosso objetivo final.

Pedalar em trilhas é um desgaste imensamente maior comparado ao asfalto. Já não tinha certeza sobre nosso objetivo inicial, a subida da Serra da Piedade. Estavamos com 39km pedalados no total. Perguntei ao Barba sobre seu machucado, se estava tudo ok, e sobre o que faríamos naquele momento. Ele disse: “eu vim aqui pra subir a Serra”.

E lá fomos nós

Continua…

Relato: Subida da Serra da Piedade – Parte 1

Sábado 23/05 foi dia de pedal. E um pedal especial. Marquei com o Barba de subirmos a Serra da Piedade, que fica na cidade de Caeté (MG), a aproximadamente 55km de Belo Horizonte. Eu já tinha pedalado até lá por duas vezes: a primeira não me lembro bem, por volta de 2002, e a segunda recentemente, no dia 03/05. Para meu amigo, seria a primeira vez, e ainda, a primeira pedalada com mais de 100 km.

Saímos cedo da minha casa, as 5:30 da manhã, e em pouco menos de uma hora já estávamos em Sabará (+- 18km lá de casa). Uma parada rápida no centro histórico para fotos e seguimos rumo a estrada para Caeté. A idéia era pegar a estrada de asfalto que liga Sabará a Caeté e depois seguirmos para a subida da Serra.

O centro histórico de Sabará - MG

O centro histórico de Sabará - MG

Porém, ao dar uma breve parada no início da estrada para “aliviar”, um comentei com meu amigo que tinha uma saída de terra a esquerda que era uma trilha, que eu não conhecia, mas que todos diziam que ia pra Caeté, passava pela linha do trem, por um túnel desativado etc. No mesmo momento passa um morador, percebe nosso interesse e diz: “essa trilha sai lá no Pompéu”, referindo a cidade de Pompéu, que ficava entre Sabará e Caeté. Chegamos perto e vimos o poste sinalizador de um dos caminhos do circuito turístico da Estada Real: o Caminho do Sabarabuçu.

O caminho é sinalizado com os postes do circuito turístico Estrada Real

O caminho é sinalizado com os postes do circuito turístico Estrada Real

Resolvemos então desistir do projeto inicial de ir pelo asfalto, e experimentar a estrada de terra. Estavamos até o momento com 24km rodados. Estrada boa, bonita, vazia, e praticamente reta, evitando as subidas do asfalto. Pedalamos por mais 7km, sendo que nas bifurcações seguíamos sempre a sinalização. Nesse momento um trecho crítico: o caminho apontava para uma trilha fechada, com uma subida forte e acidentada, impossível de ser vencida pedalando. Após alguns momentos de dúvida, passa por nós um caminhante, que nos informa que o caminho da trilha estava muito fechado mais a frente, e que a outra opção nos levaria ao trecho correntemente frequentado por ciclistas, que passava sob o túnel.

Barba pedalando: ainda cedo, o início tranquilo no estradão de terra batida...

Barba pedalando: ainda cedo, o início tranquilo no estradão de terra batida...

que ao longo de +- 6km ia se transformando em uma trilha mais fechada

que ao longo de +- 7km ia se transformando em uma trilha mais fechada

Que opção tomar? Ir pelo caminho mais fácil e normalmente pedalado ou seguir rumo ao desconhecido, e subindo com a bike nas costas?

Continua…

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