Guidom-cestinha para bike

Ou seria cestinha-guidom? Conheça o Bike Porter, o sistema integrado criado pela Copenhagen Parts.

Eu usaria com certeza em uma bike urbana. Geralmente alguns sistemas de cestinhas são muito frágeis. Esse aí é todo em alumínio, e com um design vintage ainda. Tem a opção de modelos mais altos inclusive. Para ver mais fotos e as especificações técnicas, é só clicar aqui ou em uma das fotos.

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Luvas e meias para ciclistas

 

Vejam só que legal essas meias e luvas refletivas para ciclistas. Além de aumentar a visibilidade do ciclista, a luva ainda funciona como seta, pois tem a indicação de direção nas costas da luva. Eu que já pedalo de luvas utilizaria com certeza. Essas aí custam 15 libras o par (tanto da luva quanto da meia) e foram criadas por Kelvin Dodds. Clique nas imagens para ir para o site do fabricante.

Elevador de bicicletas

Novo modelo de tranca para bikes desenvolvido pela empresa alemã Conrad. Com um sistema de rodas de skate e controle remoto, além de prender a bike, você a  eleva  em um poste, deixando livre das mãos de enxeridos, picaretas e qualquer outra sorte de pequenos ou grandes infratores da lei.

Pra quem é curioso em saber como a engenhoca foi concebida, vale o vídeo abaixo:

Só não vale alguém colocar uma bike embaixo da sua…

Colete refletivo: mais segurança nas pedaladas

Agora tô pedalando com esses coletes refletivos, no estilo daqueles de guardas de trânsito ou trabalhadores de obras nas estradas. Já queria usar um desses há muito tempo, especialmente nas pedaladas noturnas e quando pego estrada. Mas tenho usado em todas as pedaladas mesmo. A sensação de segurança aumentou bastante, e acredito que a visibilidade e a atenção dos motoristas também.

O acessório é obrigatório em algumas provas  e passeios de ciclismo. Eu comprei por R$ 11,00 numa loja de equipamentos de segurança. Tem gente que tem vergonha… Pois eu achei muito bom!

Abaixo duas fotos, uma sem e outra com flash (que dá uma idéia da visão de um motorista à noite).

Fazendo a sua cabeça

A empresa russa Good brincou sugerindo alguns modelos de capacetes muito criativos.  Será que a medida estimularia o uso dos capacetes? Tenho minhas dúvidas, mas com certeza pedalar com um desses seria bem divertido!

Veja esse e outros modelos diferentes no thisblogrules.

Tirando o peso das costas

Estou com uma novidade nas pedaladas já faz mais ou menos uma semana, mas só agora tive tempo de postar as fotos. Comprei um Rack Top Pack da Deuter, que é uma verdadeira mão na roda pras pedaladas e deslocamentos do dia-a-dia.

Sempre que pedalava para o trabalho ia com a mochila nas costas. Podia amarrá-la com ganchos no bagageiro, mas achava um processo muito chato (ficar ajeitando a mochila, os ganchos) para a curta distância (4km) até o trabalho. Preguiça assumida mesmo.

Com o novo equipamento o processo é bem mais simples. Prende fácil com tiras de velcro, e depois que solta vem com uma alça e vira uma bolsa. Parece uma merendeira. Um aluno daqueles bem espirituosos inclusive me perguntou se estava vendendo sanduíches (rs). Se é pra entrar na brincadeira, é uma merendeira high tech: tem dois bolsos laterais, espaço para caramanhola, capa de chuva (e um ótimo sinalizador noturno rs), material de excelente qualidade, enfim… todas essas firulas dos produtos esportivos que eu adoro.

Rack preso no bagageiro: atenção ao detalhe das tiras de velcro

Visto de trás, com a capa de chuva.

E o melhor, é claro… tirar o peso das costas. Como a distância é curta eu encarava com a mochila, mas pedalar com as costas livres de peso é uma maravilha. Nas longas distâncias então nem se fala. Uma pochete pequena ou mesmo uma mochila de hidratação ao longo de duas, três, cinco horas de pedalada vai causando um senhor incômodo.

Na minha opinião, pelo tamanho e capacidade (10 litros), é perfeita para os deslocamentos cotidianos (se você não leva muita coisa para o trabalho, ou tem escaninho, o que é meu caso). Mas também encararia (e pretendo encarar) numa boa pra pedaladas de 2 dias, até 3, se for conjugado com uma bolsa de quadro, de guidão ou uma pochete.

Ficha técnica completa: http://www.deuter.com.br/index.php?cat=produto1&id=64&ca=6&su=0&li=0&si=0&sl=&pr=Rack%20Top%20Pack

Quem quiser ver outros alforges para bike é só clicar aqui:

Deuter – http://www.deuter.com.br/index.php?cat=bike

Ortlieb (muitos modelos diferentes) – http://www.ortlieb.com/index_white.php?lang=en&m1=0&m2=0&file=p-search.php

Ararauna (esses aqui são o sonho de muitos cicloturistas, inclusive o meu) – http://www.ararauna.esp.br/

RTA’s: proteja e sonorize sua magrela

Nunca fui muito jeitoso com essas coisas de ferramentas e mecânica, mas resolvi postar aqui dois RTA’s (“recursos técnicos alternativos”, também conhecidos carinhosamente como “gambiarras”) muito simples, além de ecologicamente corretos. Faremos hoje um suporte para buzina elétrica e um protetor de quadro. A base dos dois RTA’s será câmara de ar usada, além de algumas abraçadeiras (quelas tiras de plástico usadas para prender acessórios etc).

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Câmaras de ar inutilizadas? Não com esses RTA's

1 – Suporte para buzina

Eu gosto bem dessas buzinas elétricas. Não tem o barulho exagerado das buzinas a ar e nem o som fraquinho das campanhias (aquele clássico “trim-trim” das bicicletas). Prefiro prendê-la na parte da frente do quadro, pois o som sai mais vivo em meio ao trânsito da cidade (meu cumpadre Barba fez também uma ótima adaptação de buzina, colocando debaixo do selim). Resolvi então fazer um suporte e prender a buzina. Primeiro eu envolvo  a parte dianteira do quadro esticando e enrolando uma tira de câmara de ar bem apertada, prendendo a extremidade com a abraçadeira. Se preferir pode usar uma em cada extremidade da proteção. Muito cuidado para a câmara de ar não encostar nos cabos de freio e marcha que passam pelo quadro.

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Proteção onde será apoiada a buzina

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Depois, apoio a buzina na proteção e faço o mesmo processo, envolvendo agora a buzina na parte protegida, utilizando uma tira mais fina e maior de câmara de ar. O acabamento é tosco: simplesmente passo a ponta da câmara de ar sob uma das camadas inferiores que foram esticadas. Dessa forma posso tirar com mais facilidade sempre que levo a bike para a revisão. Uma outra forma de prender a ponta da câmara pode ser com cola e remendo de pneu, mas caso precise tirar a buzina só cortando com tesoura.

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Estique bem a câmara de ar enquanto envolve a buzina

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Resultado final: buzina firme e facilmente removível, se necessário

2 – Protetor de quadro

Os protetores de quadro são uma ótima pedida, pois evitam que a corrente e outras pancadas arranhem e danifiquem a parte inferior do quadro. Nas lojas são geralmente de pano e velcro e custam em torno de R$ 20,00. O modelo abaixo segue a mesma linha do primeiro. Corte algumas tiras de câmara de ar usada e envolva firmemente o quadro. Prenda as extremidades com abraçadeiras.

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Antes: quadro desprotegido

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Protegendo a bike: uma tira de câmara de ar e 3 abraçadeiras

Não se esqueça de cortar as sobras da abraçadeira com uma tesoura. Pronto! Um protetor barato, de ótima qualidade (a borracha protege muito bem), e com material que provavelmente iria pro lixo.

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Procura-se um par de luvas

Estou passando por um momento de troca de roupas e acessórios de bike, que já havia comprado há muitos anos, se desgastaram, e agora terão seu merecido descanso. Primeiro foi o canivete de ferramentas, e agora é a vez das luvas.

Tive até hoje 3 pares de luvas. Todos cumpriram bem a sua missão, mas fui formando minhas preferências. Para além da questão da segurança, no caso de um tombo, as luvas servem também para o conforto do ciclista ao segurar o guidom, especialmente em pedaladas de longa distância e em terrenos acidentados.

Meus dois primeiros pares de luvas tiveram um fim precoce, abrindo ou se desintegrando no asfalto com os tombos. Mas como eu disse, missão cumprida; vão-se as luvas, ficam os dedos. Ou quase. Eram luvas de “meio dedo”, aquelas que deixam as pontas dos dedos descobertas. No segundo tombo, apesar de bobo (estava devagar) me machuquei justamente na parte que a luva deixava descoberta, deixando uma cicatriz no dedo mindinho. Depois disso, optei pelo meu terceiro é atual par de luvas: marca ASW (de motociclismo) e de dedo inteiro. Mais quentes por serem fechadas, mas muito confortáveis e resistentes. Os anos de uso foram desgastando a região da palma da luva, mas ela começou a ventilar mesmo nas pontas dos dedos.

Luva "surrada" após anos de uso

Luva "surrada" após anos de uso

Costas das mãos com proteções reforçadas

Costas das mãos com proteções reforçadas

A procura por luvas e outros acessórios que não comprava há muitos anos tem me causado o insistente espanto ao ver como estão caros os artefatos nas lojas de ciclismo. As luvas inteiras mais baratas na faixa de 60 reias, encontrando algumas de marca chegado a mais de R$100. Na verdade o aumento é decorrente dos muitos anos sem pesquisar e reflexo da tecnologia também. Novos materiais, luvas melhores, mais resistentes e que ao mesmo tempo esquentam menos a mão.

Tenho feito uma procura mais aprofundada antes de fazer minha escolha, o que vai render inclusive mais um ou outro post sobre peças e acessórios. Quando comprar a luva nova vou postar aqui a foto.

Pneus para bicicletas híbridas

A ida à loja de bike rendeu alguns posts (hehehe).

A novela do pneu de Joelma terminou. A câmara de ar rasgou, e tive que comprar uma nova. Na loja, minha desconfiança se concretizou. Não tinha câmara de ar pro pneu que a bike utiliza. O tamanho é 700×38. O gerente da loja disse pra eu tentar uma câmara 27×28, que são um pouco maiores e também um pouco mais finas. Vamos ver no que dá. É impressionante como as bikes hibridas não pegaram (ainda) no Brasil. Na Europa são muito populares. Por aqui, pouquíssimas. Eles vendem as bicicletas (como é o caso de Joelma, uma Caloi City Tour) mas não disponibilizam boa distribuição das câmaras e pneus para as rodas.

As bicicletas híbridas são modelos mais voltados para o conforto, e geralmente para rodar na cidade ou estradas de asfalto, até terra batida. Ao invés de utilizarem as rodas de 26 polegadas, comuns nas mountain bikes, utilizam rodas 700, um pouco maiores. Os números representam a medida do diâmetro da roda. A medida mais comum é em polegadas (16, 20, 26…), mas as bikes híbridas utilizam rodas 700 (medida do diâmetro em milímetros), também usadas em bicicletas do tipo speed (aquelas de pneu fino, como as caloi 10 e outras mais voltadas para competição). Abaixo tem uma foto dos dois modelos. Clicando nelas você é direcionado pra um site espanhol bem interessante, o Mejor con Bici, de onde foram retiradas as imagens.

A bike híbrida: rodas 700

Uma mountaib bike: rodas 26 polegadas

O gerente da loja disse também que quando quisesse pneus que encomendasse com antecedência, pois ele iria pedir na própria fábrica da Caloi. Outra dificuldade enorme é achar pneus com cravos – para trilhas mais pesadas, com muita lama – para as rodas 700. Pesquisei em algumas lojas na internet e achei apenas um modelo, da marca Maxxis. Não pego trilhas muito pesadas, mas as vezes penso na possibilidade de algum percurso mais escorregadio, com lama. Nesse caso um pneu com cravo seria uma boa, mas é provável que no caso da Caloi City Tour tenha que retirar os paralamas para colocá-los.

Se um dia conseguir comprar um desses eu testo.

Muito prazer, Macgyver

Depois de muitos anos de pedaladas está chegando a hora de trocar alguns acessórios que me acompanham a muito tempo. Na verdade, alguns deles já passaram da hora inclusive. Tinha um canivete de ferramentas da marca Hans Tools com 8 chaves do tipo allen (aquelas hexagonais que encaixam nos parafusos), muito utilizadas nas bikes atualmente. Depois da última viagem, a maresia acabou com o pouco que restava dele, e tive de colocar a mão no bolso pra descolar um novo.

Sempre que vou comprar esses acessórios que usei durante muitos anos fico impressionado com o salto dos preços. Algo natural, visto que também tenho procurado produtos de melhor qualidade (antes comprava os sem nenhuma qualidade), e que possam durar outros vários anos. O último (que foi também o primeiro) canivete de ferramentas comprei há não sei quanto tempo e paguei não sei quanto. Nada perto dos R$ 76 que paguei pelo “20 in 1 Multi Tool”, da marca Synpowell.  Mas valeu o investimento. É um canivete que deixaria o MacGyver com inveja: 20 ferramentas, incluindo extrator de corrente, espátula pra pneu e abridor de garrafa (deve ser pra abrir uma cerveja durante a pedalada). Além de economizar espaço, tenho umas ferramentas que nunca tive e que podem quebrar um galho em viagens mais longas. Na última por exemplo, se arrebentasse a corrente estaria certamente em apuros e com a viagem comprometida.

Segue uma foto do novo brinquedinho

Oficina de bolso: o canivete Multi Tool com 20 ferramentas

Oficina de bolso: o canivete Multi Tool com 20 ferramentas

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