Pedalando no frio: balaclava

Pessoal

Vejam só um pedacinho desse post de 15 de junho do ano passado:

“Hoje resovi encarar e ir de bike pro trabalho, depois de quase uma semana sem subir na magrela. Fui de calça de pedalar, blusa comprida fina e moletom. A dificuldade maior é o rosto e o pescoço, quando bate o vento. Deu até vontade de ter aquelas “toucas-ninja” pra cobrir todo o rosto na hora da pedalada. Voltando a noite o frio é de doer.”

Já havia até me esquecido disso, mas não é há algumas semanas comprei uma balaclava! Estava com o mesmo problema neste inverno. Bem protegido, agasalhado, mas rosto e pescoço congelando. Comprei uma da marca Curtlo (R$ 29,00), nessas lojas de artigos para pesca. Existem modelos a partir de R$11,00.

Ciclista Ninja

Me adaptei super bem e recomendo para pedaladas no frio intenso e com muito vento.

Bicicleta, História e curiosidades

Infelizmente não puder ir na exposição, fiquei com água na boca! Mas a Ciça foi e tirou muitas fotos e vídeos. Abaixo, algumas delas, inclusive da Schwin infantil 1961, que ilustra o cabeçalho de julho do blog. Só bikes lindas!

BSA 1957. Foto: Cecília Estella

Schwinn 1947. Foto: Cecília Estella

Schwinn infantil, 1961. Foto: Cecília Estella

Depenada, que pena!

Já comentei que meu “radar de bicicletas” anda sempre muito atento, e costumo clicar bicicletas pelos lugares onde passo. No fim de semana estive passeando na Praia Vermelha (Rio de Janeiro), e fotografei essa carcaça de bike presa a um cadeado próxima à Pista Cláudio Coutinho.

Há quanto tempo ela estaria ali? Teria ela sido uma gloriosa magrela, embalando passeios à beira mar em tempos áureos? Teria sido abandonada por seu dono(a)? Trocada por outra melhor e largada à própria sorte ao sabor da implacável maresia? rs

Casamento em bicicletas

Pra inspirar o fim de semana dos namorados…

Os noivos Pam e Joe resolveram fazer uma cerimônia alternativa. Legal demais né? Pra ver mais fotos do casamento, clique nas imagens ou no link abaixo. Bom fim de semana!

Via Perfect Bound.

Quatro pernas pedalam melhor que duas


Foto: Cecília Estella

A viagem da Ciça pra Tiradentes rendeu mais essa foto. Uma tandem clicada em uma oficina. Sempre tive curiosidade de pedalar uma dessas, mas ainda não rolou. E olha que não é tão difícil, pois ando vendo algumas inclusive para alugar. Em breve vamos dar um giro numa dessas!

Monark 1984


Foto: Cecília Estella

Quando visitamos cidades menores, pelo interior do Brasil, podemos encontrar algumas raridades e bicicletas bem diferentes. Essa aí é uma Monark 1984, se não me engano modelo Barra Circular. Ótimo estado de conservação aos 27 anos! Foi clicada em uma galeria de arte em Tiradentes(MG). Detalhe para os acessórios de luxo como o paralamas e o protetor de corrente. Pra tirar onda, um dínamo na roda traseira (sem o farol na frente). Com um leve trato, fica novinha em folha!

Na vitrine

Já repararam como as bicicletas estão povoando as vitrines de lojas de diversos ramos? Especialmente as lojas de roupas e editoriais de moda. Acho até que já coloquei algumas aqui no blog. As duas abaixo são inéditas, cliquei nos últimos meses. A segunda, deu vontade de pedalar…

Loja de roupas em Gramado (RS)...

... e outra na Savassi, em Belo Horizonte.

O Camelo

“Camelo” é um dos conhecidos muitos sinônimos para bicicleta que utilizamos. Parece que o cara aí em cima levou a sério a idéia. No site Buteco da Net você encontra essas e outras bicicletas inusitadas, algumas delas publicadas aqui no blog em posts mais antigos.

E por falar em sinônimos, correu há algum tempo na lista de email sobre bicicletas que participo uma pesquisa informal, perguntando sobre como eram chamadas as bicicletas em diferentes lugares do Brasil. Abaixo alguns nomes citados pelos participantes, por região do país.

Ceará – bila, caranguejo, jumentinha, zica

Rio – magrela, camelo

Brasília – camelinho

São Paulo – trolé (bicicleta velha)

Aqui em BH usava-se muito “camelo” e “magrela”.

E você, conhece algum outro?

Estilo. Muito estilo!

Quando cliquei essa bike em Canela (RS) fiquei louco. Olha só que demais o RTA (recurso técnico alternativo, muitas vezes chamado depreciativamente de “gambiarra”) que o dono dessa bicicleta fez. Ele aproveitou o bagageiro e soldou um banco acolchoado grande. Detalhe também pro mecanismo de suspensão. Indecente!

BMX fora da lei

Rua Coberta, em Gramado (RS): brincadeira do fotógrafo...

... e do ciclista. Fotos: Cecília Estella.

Andando por Gramado vi alguns grupos andando de BMX e bikes no estilo trial (banco baixo, pneus largos, geometria de quadro que lembra modelos femininos, com o tubo horizontal mais baixo perto do tubo do selim).

Na brincadeira acima, preservamos a imagem do ciclista que passeava pela Rua Coberta. O BMX, como esporte “radical”, sempre contestador… hehehe

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